O treinador português tem dado que falar, principalmente falar na Tru. Vai daí e eis que o decidimos pôr em confronto directo com a Tru aqui no Pombocaca e em mais um terrível combate do Caca Raw!
De um lado do ringue temos Vítor Pereira, mais reactivo que a nitroglicerina, alguns isótopos de metais pesados e o Toni. Na outra ponta temos a Tru, encarnada na série «Tru Calling» por Eliza Dushku, uma moçoila tão jeitosa quanto amiga de dar tareia!
Vítor Pereira é português, o que é sempre bom, e procura a Tru (nós não o censuramos) mas tem uma grande fraqueza: foi treinador do Porto! Já a Tru fala com os mortos para os ajudar (é curioso que o argumento da posterior série «Malmequer, Bem-Me-Quer» é muito parecido...), é mulher, é gira, arreia cacetada quando é preciso e até quando não é mas... é americana!
Quem sairá daqui vencedor? Deste duelo de gigantes, prognósticos só depois do jogo!
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Miró quadro!
Que salganhada tem para aí andado! Como se não bastasse termo-nos todos transformado em comentadores da actualidade, descobrimos que também há um crítico de arte dentro de cada um de nós, até dum pombo ou dum sapo. Queres ver? Então vamos mandar umas postas de pescada sobre a polémica do leilão dos quadros do Miró. Deve o Estado vender os quadros ou não?
Olhando para qualquer «obra» do Miró, depressa o comum dos cidadãos, aquele que pouco ou nada percebe de arte e mesmo muitos que percebem, chega à conclusão que aquilo só com muita imaginação pode ser considerado arte. Uns esgarrões, umas pintalgadelas, uns rabiscos e a isto e pouco mais se resumem as famosas telas. Muitos olharão para elas e dirão que são uma porcaria, que não valem nada, que qualquer um, até um cão, faria melhor; que só na cabeça de quem produziu os quadros é que as pinturas teriam algum significado; que não se evidencia nelas qualquer mestria especial e talento para a pintura; que o homem pura e simplesmente não sabia pintar. É verdade, dirão os que com eles concordam. Portanto, ora se aquilo é, a bem dizer, lixo e o Estado esvai-se em dinheiro às custas do B.P.N., entre outros, porque não vender os malfadados quadros para ajudar a tapar esse buraco financeiro?
Mas, oh, que tragédia paradoxal!, não é que aquela bodega é valiosa que se farta? Pois é, é atribuída àquela colecção um grande valor artístico e monetário, por muito inconcebível que possa ser para muitas cabeças. Se assim é, não seria de todo o interesse do Estado Português manter estas pinturas na sua posse como uma mais-valia e um motivo de prestígio internacional?
Dá que pensar...
Que a caca esteja convosco!
P.S.: Garantimos que os quadros não são da autoria da nossa diarreia pombalina mas sim mesmo do Miró.
P.P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Olhando para qualquer «obra» do Miró, depressa o comum dos cidadãos, aquele que pouco ou nada percebe de arte e mesmo muitos que percebem, chega à conclusão que aquilo só com muita imaginação pode ser considerado arte. Uns esgarrões, umas pintalgadelas, uns rabiscos e a isto e pouco mais se resumem as famosas telas. Muitos olharão para elas e dirão que são uma porcaria, que não valem nada, que qualquer um, até um cão, faria melhor; que só na cabeça de quem produziu os quadros é que as pinturas teriam algum significado; que não se evidencia nelas qualquer mestria especial e talento para a pintura; que o homem pura e simplesmente não sabia pintar. É verdade, dirão os que com eles concordam. Portanto, ora se aquilo é, a bem dizer, lixo e o Estado esvai-se em dinheiro às custas do B.P.N., entre outros, porque não vender os malfadados quadros para ajudar a tapar esse buraco financeiro?
Mas, oh, que tragédia paradoxal!, não é que aquela bodega é valiosa que se farta? Pois é, é atribuída àquela colecção um grande valor artístico e monetário, por muito inconcebível que possa ser para muitas cabeças. Se assim é, não seria de todo o interesse do Estado Português manter estas pinturas na sua posse como uma mais-valia e um motivo de prestígio internacional?
Dá que pensar...
Que a caca esteja convosco!
P.S.: Garantimos que os quadros não são da autoria da nossa diarreia pombalina mas sim mesmo do Miró.
P.P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Praxada borrada
Tem-se falado muito em praxes nos últimos tempos. Pois como hoje em dia há montes de comentadores em todo o lado, aqui a malta do pombal mais asqueroso da Internet decidiu ditar também algumas sentenças.
É certo que há praxes e praxes mas, por muito que se fale em integração e introdução ao espírito do grupo a que se vai ser entronizado, é de difícil compreensão que se entenda a eficácia de umas boas-vindas que consistam em pregar partidas, sejam elas de que natureza forem. No contexto que tem sido alvo de referências da actualidade, o académico, deparam-se os exteriores a esse mundo com uma questão que evidencia um paradoxo. Temos gente com instrução, adulta, prestes a obter a sua formação, o que lhes atribui um grau superior de importância e até hierarquia social, a, sejamos francos, fazer judirias àqueles recém-chegados. Uns gritam até ficarem roucos, outros obrigam os novatos a fazerem as acções mais estranhas e absurdas e, em certos casos que eu quero desejar serem pontuais, perigosas e abusivas. Ora quem assiste a este panorama de fora fica com uma imagem muito má da instituição.
As instituições são responsáveis por aquilo que se passa dentro dos recintos que gerem. Portanto, é com dificuldade que se compreenda que uma reitoria permita esta desordem, para mais sabendo que, naquele mês que vai desde o início do ano lectivo até ao dia dos desfiles, as aulas do primeiro ano estejam paralizadas e as dos últimos quase, visto que os primeiros estão a ser praxados e os outros estão a praxá-los.
Creio, na minha muito modesta opinião, que quem veja alguém a praxar outro, dependendo do tipo de brincadeira ou partida, é verdade, arrisca-se a ficar com uma má imagem também do praxador. Que credibilidade profissional será atribuída no futuro a alguém que passa horas a arrolhar ou faz gato-sapato dos outros?
A integração, julgo, faz-se com solidariedade, entre-ajuda e camaradagem, difìcilmente com partidas, embora admita que aconteça. O Mundo é composto de tudo. Ainda assim, aposto que um aperto de mão é mais eficaz que uma algazarra.
É certo que este é um texto muito diminuto acerca do tema mas espero que sirva para reflexão. Quanto a mim, as praxes deveriam ser definitivamente proibidas, em especial no âmbito do ensino. Os responsáveis das instituições devem procurar receber fraternamente os novos alunos e tentar fazer deles bons profissionais em potência, não gente que se torne vingativa procurando praxar porque foi praxado. Não vale a pena dizer que não é assim porque eu conheço esta realidade por dentro. Fora dos limites do espaço das instituições, cada um responderá pelos seus actos perante a Lei. Sejam as praxes abolidas ou não, é inútil criar legislação nova, para puni-las ou regulamentá-las, pois o Código Penal já prevê estas situações.
Há praxes engraçadas, meras brincadeiras inocentes, mas se há quem esteja ciente de até que ponto pode ir com estas diversões para ambas as partes, há aqueles outros, mais egoístas, que, vazios de racionalidade e deixando-se levar pelos seus impulsos individualistas e sádicos, forçam os limites do razoável e abusam dos seus direitos, limitando os dos outros. Proibindo as praxes, acabava-se com aquelas cenas de divertimento mútuo, é verdade, mas também se impedia que se desse a oportunidade dos abusadores levarem as suas intenções avante. É um pequeno preço a pagar por males maiores e é melhor assim pois é certo e sabido que nesta como noutras circunstâncias se se dá um dedo, logo hão-de querer o braço inteiro.
A proibição das praxes torna-as clandestinas? Claro que sim. Mas depois os responsáveis terão de sofrer as consequências judiciais que advêm das suas acções.
Se somos adultos, comportemo-nos como adultos: sendo responsáveis!
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
É certo que há praxes e praxes mas, por muito que se fale em integração e introdução ao espírito do grupo a que se vai ser entronizado, é de difícil compreensão que se entenda a eficácia de umas boas-vindas que consistam em pregar partidas, sejam elas de que natureza forem. No contexto que tem sido alvo de referências da actualidade, o académico, deparam-se os exteriores a esse mundo com uma questão que evidencia um paradoxo. Temos gente com instrução, adulta, prestes a obter a sua formação, o que lhes atribui um grau superior de importância e até hierarquia social, a, sejamos francos, fazer judirias àqueles recém-chegados. Uns gritam até ficarem roucos, outros obrigam os novatos a fazerem as acções mais estranhas e absurdas e, em certos casos que eu quero desejar serem pontuais, perigosas e abusivas. Ora quem assiste a este panorama de fora fica com uma imagem muito má da instituição.
As instituições são responsáveis por aquilo que se passa dentro dos recintos que gerem. Portanto, é com dificuldade que se compreenda que uma reitoria permita esta desordem, para mais sabendo que, naquele mês que vai desde o início do ano lectivo até ao dia dos desfiles, as aulas do primeiro ano estejam paralizadas e as dos últimos quase, visto que os primeiros estão a ser praxados e os outros estão a praxá-los.
Creio, na minha muito modesta opinião, que quem veja alguém a praxar outro, dependendo do tipo de brincadeira ou partida, é verdade, arrisca-se a ficar com uma má imagem também do praxador. Que credibilidade profissional será atribuída no futuro a alguém que passa horas a arrolhar ou faz gato-sapato dos outros?
A integração, julgo, faz-se com solidariedade, entre-ajuda e camaradagem, difìcilmente com partidas, embora admita que aconteça. O Mundo é composto de tudo. Ainda assim, aposto que um aperto de mão é mais eficaz que uma algazarra.
É certo que este é um texto muito diminuto acerca do tema mas espero que sirva para reflexão. Quanto a mim, as praxes deveriam ser definitivamente proibidas, em especial no âmbito do ensino. Os responsáveis das instituições devem procurar receber fraternamente os novos alunos e tentar fazer deles bons profissionais em potência, não gente que se torne vingativa procurando praxar porque foi praxado. Não vale a pena dizer que não é assim porque eu conheço esta realidade por dentro. Fora dos limites do espaço das instituições, cada um responderá pelos seus actos perante a Lei. Sejam as praxes abolidas ou não, é inútil criar legislação nova, para puni-las ou regulamentá-las, pois o Código Penal já prevê estas situações.
Há praxes engraçadas, meras brincadeiras inocentes, mas se há quem esteja ciente de até que ponto pode ir com estas diversões para ambas as partes, há aqueles outros, mais egoístas, que, vazios de racionalidade e deixando-se levar pelos seus impulsos individualistas e sádicos, forçam os limites do razoável e abusam dos seus direitos, limitando os dos outros. Proibindo as praxes, acabava-se com aquelas cenas de divertimento mútuo, é verdade, mas também se impedia que se desse a oportunidade dos abusadores levarem as suas intenções avante. É um pequeno preço a pagar por males maiores e é melhor assim pois é certo e sabido que nesta como noutras circunstâncias se se dá um dedo, logo hão-de querer o braço inteiro.
A proibição das praxes torna-as clandestinas? Claro que sim. Mas depois os responsáveis terão de sofrer as consequências judiciais que advêm das suas acções.
Se somos adultos, comportemo-nos como adultos: sendo responsáveis!
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Roupa de cabelos: o veredicto pombalino
Para quem costuma ouvir, passou há dias no célebre programa «O Homem Que Mordeu o Cão & Outras Histórias» da Rádio Comercial a notícia de uma professora chinesa reformada, Xiang Renxian, que tricotou um casaco e um gorro para o marido durante 11 anos feitos com o seu próprio cabelo. Tal não foi a minha admiração quando ouvi tantas e tão veementes manifestações de asco. Ora vamos lá ver se eu compreendo. Há muita roupa feita de lã, certo? E não é a lã o cabelo de muitos animais? E vemos alguém enojado com a ideia de usar roupa feita do cabelo de criaturas que muitas vezes estão espojadas em grandes terreiros ou até entre as suas próprias fezes?
Dá que pensar, não dá?
Que a caca esteja convosco!
P.S.: Uma dica. Sejamos coerentes.
P.P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Dá que pensar, não dá?
Que a caca esteja convosco!
P.S.: Uma dica. Sejamos coerentes.
P.P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
N.S.A.: Não Sabes Aldrabar...
Interrogado acerca do escândalo de espionagem a governos e individualidades de vários países que envolvia a Agência Nacional de Segurança (N.S.A.), o presidente americano, Barack Obama, garantiu que a Chanceler da Alemanha, Ângela Merkel, nunca foi nem será espiada.
?
BBffffffffffffffuuuuuuuuuuuuuuuuuuahahahaha!!!!! Ahhahahahahahaha!!! AHAHAHAHAHAHAHA!!!
UUUHHHUHUHUHUHAAHAHAHAHAHHAHAHA!!!
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!
Tudo bem, homem, aldrabão sou eu!!!
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!
Que a caca esteja convosco! AAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!!!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO !!!
:D
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!!!
?
BBffffffffffffffuuuuuuuuuuuuuuuuuuahahahaha!!!!! Ahhahahahahahaha!!! AHAHAHAHAHAHAHA!!!
UUUHHHUHUHUHUHAAHAHAHAHAHHAHAHA!!!
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!
Tudo bem, homem, aldrabão sou eu!!!
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Que a caca esteja convosco! AAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!!!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO !!!
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Porno-cereais ou apenas nomes do camandro?
Às vezes cruzo-me com cada uma...
Desde há uns tempos que me têm intrigado os nomes dos cereais de pequeno-almoço produzidos pela Chabrior. É certo que estes nomes podem não querer dizer nada em francês mas os termos mais calões do nosso idioma fazem destes verdadeiros temas de gracejo maldoso, senão vejamos:
Portanto, é só impressão minha ou alguma versão francesa do Quim Barreiros teve intervenção na criação destes nomes?
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Desde há uns tempos que me têm intrigado os nomes dos cereais de pequeno-almoço produzidos pela Chabrior. É certo que estes nomes podem não querer dizer nada em francês mas os termos mais calões do nosso idioma fazem destes verdadeiros temas de gracejo maldoso, senão vejamos:
Portanto, é só impressão minha ou alguma versão francesa do Quim Barreiros teve intervenção na criação destes nomes?
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Agora Escolha: «True Calling» ou «Tru(e)man Show»? Ou deverei dizer «tru»?
Pois é, ainda há pouco tempo tivemos a tristeza de dizer adeus ao nosso grande Eusébio. Morreu? Não, ele apenas foi convocado para o grande campeonato do Além. Assim ficou o nosso mundo mais pobre em personalidades ilustres... mas nem por isso mais pobre em pérolas, até porque todos os dias aparecem novas nos domínios do desporto.
Não poderia estar a falar de outra coisa senão de mais uma conferência de imprensa pós-jogo que deu para o torto lá nas Arábias. Eu até me atrevo a perguntar: que é que se passa com o Al Ahli? Parece que todos os portugueses que vão treinar a sua equipa de futebol acabam por se passar dos carretos. Primeiro, surpreendemo-nos há escassos meses com o calmíssimo Toni, o «Ninja Total» do Benfica, barafustar que nem um louco por causa do Hassan e do guarda-redes e de mais não sei o quê e o outro já devia estar na caminha e agora deparámo-nos com o seu sucessor numa cena idêntica. Confesso, se não fosse este episódio, eu jamais conseguiria fixar na minha cabeça o nome do ex-treinador do Porto. E como poderia eu não o fixar? Havia lá um crominho na conferência de imprensa de toalha na cabeça (perdoem-me os Mouros mas eu não sei como se chama aquele adereço típico) a ditar o que é que cada um haveria de fazer e dizer ou não. Ai! Quando chegou a vez de ele começar a tentar fazer censura ao luso de serviço, ele mandou-lhe um rodízio de lições avulsas sobre como se comportar com malta da nossa fibra e num país que se diz livre. Tudo isto, claro, com umas deliciosas demonstrações dum inglês técnico que, ainda assim, é decerto de fazer inveja a muitos que se dizem engenheiros e tiraram cursos com exames por faxe e aos fins-de-semana.
Ouvi quem tivesse achado a sua atitude reprovável mas eu concordo plenamente com o Nuno Markl e mais digo: o que fazia falta era que aqueles Vítores Pereiras que estão adormecidos dentro de quase todos nós (sim porque nós temo-los, só que estão anestesiados e adormecidos) acordassem e dissessem a esses coelhos, cavacos, portas, aventais, troikas, motengis e goldman-saxes, entre outros que nunca faltam aos festins e que proliferam por aí que está na hora de se calarem e porem a milhas porque nós estamos fartos de tantas ilusões e mentiras.
O que nós queremos é «da tru, DA TRU!»
Palmas para o Vítor Pereira, que não teve receio de ficar calado no momento certo. É desta matéria que são feitos os Portugueses! Que a caca esteja com ele e com todos vós!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Não poderia estar a falar de outra coisa senão de mais uma conferência de imprensa pós-jogo que deu para o torto lá nas Arábias. Eu até me atrevo a perguntar: que é que se passa com o Al Ahli? Parece que todos os portugueses que vão treinar a sua equipa de futebol acabam por se passar dos carretos. Primeiro, surpreendemo-nos há escassos meses com o calmíssimo Toni, o «Ninja Total» do Benfica, barafustar que nem um louco por causa do Hassan e do guarda-redes e de mais não sei o quê e o outro já devia estar na caminha e agora deparámo-nos com o seu sucessor numa cena idêntica. Confesso, se não fosse este episódio, eu jamais conseguiria fixar na minha cabeça o nome do ex-treinador do Porto. E como poderia eu não o fixar? Havia lá um crominho na conferência de imprensa de toalha na cabeça (perdoem-me os Mouros mas eu não sei como se chama aquele adereço típico) a ditar o que é que cada um haveria de fazer e dizer ou não. Ai! Quando chegou a vez de ele começar a tentar fazer censura ao luso de serviço, ele mandou-lhe um rodízio de lições avulsas sobre como se comportar com malta da nossa fibra e num país que se diz livre. Tudo isto, claro, com umas deliciosas demonstrações dum inglês técnico que, ainda assim, é decerto de fazer inveja a muitos que se dizem engenheiros e tiraram cursos com exames por faxe e aos fins-de-semana.
Ouvi quem tivesse achado a sua atitude reprovável mas eu concordo plenamente com o Nuno Markl e mais digo: o que fazia falta era que aqueles Vítores Pereiras que estão adormecidos dentro de quase todos nós (sim porque nós temo-los, só que estão anestesiados e adormecidos) acordassem e dissessem a esses coelhos, cavacos, portas, aventais, troikas, motengis e goldman-saxes, entre outros que nunca faltam aos festins e que proliferam por aí que está na hora de se calarem e porem a milhas porque nós estamos fartos de tantas ilusões e mentiras.
O que nós queremos é «da tru, DA TRU!»
Palmas para o Vítor Pereira, que não teve receio de ficar calado no momento certo. É desta matéria que são feitos os Portugueses! Que a caca esteja com ele e com todos vós!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
A todos os pombos e outros bichos, BOAS FESTAS!
É verdade, estamos outra vez naquela época mágica, aquela em que o frio nos aperta os dentes e se desaperta o cinto com tanto bolo, peru e bacalhau atafulhado pela guela abaixo. Se não é, então pelo menos é de desejar que seja. Aqueles dias em que é suposto estarmos mais unidos do que o costume para que o calor humano, essa verdadeira força que cada um de nós tem, irradie do nosso interior e contagie com alegria todos os que nos envolvem. Numa época em que as dificuldades nos atacam e a crise, cada vez mais aguda, parece tirar-nos qualquer esperança num amanhã risonho, lembremo-nos do exemplo de Jesus, a razão de ser do Natal, nascido num estábulo, deitado sobre as ásperas palhas de uma manjedoura tosca e escassamente aquecido pelo bafo dos animais ali presentes. Apesar de cenário tão pobre, não estariam os seus pais felizes? Claro que sim! E se eles, que até estavam a ser perseguidos, estavam felizes naquela noite fria de Belém, há mais de 2000 anos, porque é que nós não estaríamos? Alguns dirão «ai, eles não tinham o Passos Coelho com uma carga fiscal destas». E daí, tinham uma ripada de gente atrás para lhes matar o filho por causa da paranóia dum rei pirado. É ou não é pior?
O que eu quero dizer com isto é que, apesar das nossas dificuldades, por muito grandes e graves que sejam, há sempre uma esperança que deverá residir em nós. Se Maria e José se safaram, se os reis magos encontraram o seu caminho, então todos nós também haveremos de ter uma estrela que nos guie e safe, esteja ela nos céus ou dentro de nós
. É essa estrela que eu desejo a todos, sejam ou não leitores do Pombocaca, saibam ou não ler sequer, uma estrela que os conduza a um muito feliz Natal e possa dar alento para enfrentar o ano que aí vem.
Muito bom Natal a todo o Mundo e muito, muito, muito bom ano novo de 2014!
Que a caca esteja natalìciamente convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
O que eu quero dizer com isto é que, apesar das nossas dificuldades, por muito grandes e graves que sejam, há sempre uma esperança que deverá residir em nós. Se Maria e José se safaram, se os reis magos encontraram o seu caminho, então todos nós também haveremos de ter uma estrela que nos guie e safe, esteja ela nos céus ou dentro de nós
. É essa estrela que eu desejo a todos, sejam ou não leitores do Pombocaca, saibam ou não ler sequer, uma estrela que os conduza a um muito feliz Natal e possa dar alento para enfrentar o ano que aí vem.
Muito bom Natal a todo o Mundo e muito, muito, muito bom ano novo de 2014!
Que a caca esteja natalìciamente convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Zarolhos de Água: O Espelho Triplo!
Agora é que vai ser a pura da loucura. Vamos imaginar que Lucius Malfoy, o pai do loirinho escorrido com pinta de fedelho armado aos cucos das histórias do Harry Potter, o Draco, e o Capitão Jack Aubrey o «Sortudo», do «Master and Comander», são a mesma pessoa. Num dia voa numa numa vassora e noutro anda de barco a perseguir franciús. E se forem mesmo? Então e agora outra. E se ele também der uns toques na vida artística sob a designação de Rui Bandeira? Já estou a ver a coisa: voa com um veleiro numa partida de quidditch do escalão sénior enquanto dá bailinho aos adversários... com o «Coração Esquecido»! É que das duas uma, ou estes três são indivíduos distintos gémeos mais ou menos verdadeiramente falsificado-pseudo-siameses-separados ou então temos aqui o caso dum fulano apenas que, para se esquivar à crise, lança-se a fazer tudo o que apanha, seja devorador da morte, oficial da Marinha Inglesa ou cantor.
Pronto, eu sei que o Jack Aubrey não se parece muito aqui mas não encontrei imagem melhor. Quem puder, veja o filme e logo me dirá se tenho ou não razão.
Mais nada!
Que a caca esteja convosco!
P.S: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Pronto, eu sei que o Jack Aubrey não se parece muito aqui mas não encontrei imagem melhor. Quem puder, veja o filme e logo me dirá se tenho ou não razão.
Mais nada!
Que a caca esteja convosco!
P.S: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Monstro da Estrada IV: Supremo Apocalipse Rodoviário
No princípio, os humanos eram pouco mais que uns macacos invulgares. Andavam sobre as quatro patas, como a maioria dos mamíferos. Porém, souberam erguer-se e desenvolver a sua locomoção sobre os dois membros posteriores... e isso fez-lhes toda a diferença. Era uma nova maneira de ver o Mundo, de encarar a realidade. Só que isso não lhes bastava, queriam ir mais além e mais depressa. Muito depois, inventaram os motores e os veículos e regrediram na sua evolução. Regressaram aos quatro membros, só que agora sob a forma de rodas. Às vezes para que se evolua, tem de se regredir um pouco.
O Mundo estava a mudar e os que se deslocavam pelos seus próprios membros estavam a ficar relegados a um beco sem saída evolutivo. Era agora uma luta épica pela sobrevivência: adaptação ou extinção. Havia um sapo, o Migas, que foi obrigado a render-se às evidências, estava ultrapassado, obsoleto, e queria ascender a esta nova condição mas não conseguia. Depois de anos de luta e ao fim de um terrível duelo numa tenebrosa selva urbana, eis que deu por fim de caras com uma raposa, sim, uma raposa diante dele, literalmente um bichinho peludo aparentado aos cães. E eis senão quando esta, em vez de se deixar apanhar no termo desta peleja, fugiu espavorida diante dos campeões. Era a vitória, sim, estava ultrapassada esta barreira.

Portanto, resta-me agora deixar o aviso a todos os outros transeuntes: novos desafios deparam-se em cada via a percorrer e Migas-o-Sapo está aí, de cartinha em punho, pronto a aterrorizar cada peão, ciclista, motociclista e condutor e semear o pânico em qualquer via... sem querer. Vou tentar ter cuidado e ser o mais prudente possível. Comigo, nada de macacadas e cavalgadas brutas. Faço o que posso mas a todos peço cuidado, porque, meus caros, ninguém está isento de deparar-se comigo e apanhar o susto da sua vida, talvez o último, se não for muito rápido, pois a azelhice não se cura, apenas tira folgas, e eu sou O MONSTRO DA ESTRADA.
A todos os que acreditaram e acreditam em mim, mais do que eu próprio, um abraço!
Vemo-nos por aí com a Carrinha Mocada.
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
O Mundo estava a mudar e os que se deslocavam pelos seus próprios membros estavam a ficar relegados a um beco sem saída evolutivo. Era agora uma luta épica pela sobrevivência: adaptação ou extinção. Havia um sapo, o Migas, que foi obrigado a render-se às evidências, estava ultrapassado, obsoleto, e queria ascender a esta nova condição mas não conseguia. Depois de anos de luta e ao fim de um terrível duelo numa tenebrosa selva urbana, eis que deu por fim de caras com uma raposa, sim, uma raposa diante dele, literalmente um bichinho peludo aparentado aos cães. E eis senão quando esta, em vez de se deixar apanhar no termo desta peleja, fugiu espavorida diante dos campeões. Era a vitória, sim, estava ultrapassada esta barreira.

Portanto, resta-me agora deixar o aviso a todos os outros transeuntes: novos desafios deparam-se em cada via a percorrer e Migas-o-Sapo está aí, de cartinha em punho, pronto a aterrorizar cada peão, ciclista, motociclista e condutor e semear o pânico em qualquer via... sem querer. Vou tentar ter cuidado e ser o mais prudente possível. Comigo, nada de macacadas e cavalgadas brutas. Faço o que posso mas a todos peço cuidado, porque, meus caros, ninguém está isento de deparar-se comigo e apanhar o susto da sua vida, talvez o último, se não for muito rápido, pois a azelhice não se cura, apenas tira folgas, e eu sou O MONSTRO DA ESTRADA.
A todos os que acreditaram e acreditam em mim, mais do que eu próprio, um abraço!
Vemo-nos por aí com a Carrinha Mocada.
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Pedra curiosa na Estação do Algoz que pode ter valor histórico
Eu gosto de coisas antigas, é verdade, e interesso-me por História. Às vezes isto leva-me a tropeçar em pequenas coisas que me chamam a atenção. Foi o que me aconteceu hoje.
Tive necessidade de ir ao Algoz. Para quem não sabe, é uma localidade do Concelho de Silves, no Algarve. Enquanto aguardava hoje a chegada do comboio, reparei que um dos blocos paralelepipédicos que perfaz o lancil original para a linha tinha ao comprido e a uma das pontas uma inscrição. Sem grande custo, pode ler-se lá «CAPELA» numas letras que devem ter cerca de 8 centímetros de altura cada uma.
Reaproveitamento de materiais de edificações anteriores? Quer-me cá parecer que pode ser o caso. Está chamada a atenção e quem souber de algo ou tiver ficar interessado em saber, lance-se à descoberta.
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Tive necessidade de ir ao Algoz. Para quem não sabe, é uma localidade do Concelho de Silves, no Algarve. Enquanto aguardava hoje a chegada do comboio, reparei que um dos blocos paralelepipédicos que perfaz o lancil original para a linha tinha ao comprido e a uma das pontas uma inscrição. Sem grande custo, pode ler-se lá «CAPELA» numas letras que devem ter cerca de 8 centímetros de altura cada uma.
Reaproveitamento de materiais de edificações anteriores? Quer-me cá parecer que pode ser o caso. Está chamada a atenção e quem souber de algo ou tiver ficar interessado em saber, lance-se à descoberta.
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Bicharada não limitada
Assunção Cristas, Ministra da Agricultura e Pescas, teve o muito bom senso de ignorar o projecto de lei que limitava os animais de companhia nos apartamentos. Ao que parece, o Cavaco teria de constituir um Governo muito mais reduzido.
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Como fazer uma televisão analógica captar canais em sinal digital
Eu sei, eu sei, o pessoal diz que eu sou retrógrado, ultrapassado, antiquado, blá blá blá, essa lenga-lenga toda. Já vos mostrei como fazer uma estação de televisão pirata, não mostrei? Mesmo assim ainda há quem diga que eu sou contra as tecnologias. Pois bem, cá vai uma liçãozinha com uma mostra em contrário.
Tens uma televisão antiga, seja a cores ou ainda a preto e branco, e não há hipóteses de se lhe instalar o aparelho de televisão digital terrestre? Pois alto! Não a deites fora! Ela ainda tem uma hipótese de te continuar a dar muitas mais horas de entretenimento. Eis como fazer ela mostrar os canais digitais mesmo sendo um aparelho analógico.
Para fazermos este pequeno milagre, necessitamos de:
- aparelho de TDT, daqueles que parecem uma caixinha e têm ligação à antena e a uma tomada scart de 21 pinos, que pode ser comprado em qualquer loja da especialidade e até nas estações dos correios, se não acabarem com elas todas antes;
- amplificador de sinal, que pode ser comprado em qualquer loja da especialidade ou, em alternativa, usar um antigo leitor de cassetes de vídeo, que tinha este aparelho incluído;
- o televisor antigo, claro.
Depois é só seguir os passos. Alguns nomes de tomadas podem variar consoante os fabricantes.
1 - Ligar o cabo da antena à entrada ATN IN do aparelho de TDT.
2 - Ligar um cabo de duas fichas de scart de 21 pinos à tomada SCART TV do aparelho de TDT e à tomada AV2 (DECODER EXT) ou AV1 (TV) do amplificador ou leitor de cassetes de vídeo.
3 - Ligar com um cabo coaxial de duas fichas, uma macho e outra fêmea, à tomada RF (OUT) do amplificador de sinal ou leitor de cassetes de vídeo e à ligação para o cabo de antena da televisão.
4 - Sintonizar a frequência em que está aberto o canal para a partir daí visualizarmos os canais todos. Fica em UHF. Uma vez encontrado, o comando do aparelho de TDT será o novo comando da televisão, pelo menos no que diz respeito a mudar de canais porque para o resto vais ter de usar o comando da televisão antiga ou, não o havendo, levantar o teu traseiro do assento e dar aos dedos.
Não falha!
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Tens uma televisão antiga, seja a cores ou ainda a preto e branco, e não há hipóteses de se lhe instalar o aparelho de televisão digital terrestre? Pois alto! Não a deites fora! Ela ainda tem uma hipótese de te continuar a dar muitas mais horas de entretenimento. Eis como fazer ela mostrar os canais digitais mesmo sendo um aparelho analógico.
Para fazermos este pequeno milagre, necessitamos de:
- aparelho de TDT, daqueles que parecem uma caixinha e têm ligação à antena e a uma tomada scart de 21 pinos, que pode ser comprado em qualquer loja da especialidade e até nas estações dos correios, se não acabarem com elas todas antes;
- amplificador de sinal, que pode ser comprado em qualquer loja da especialidade ou, em alternativa, usar um antigo leitor de cassetes de vídeo, que tinha este aparelho incluído;
- o televisor antigo, claro.
Depois é só seguir os passos. Alguns nomes de tomadas podem variar consoante os fabricantes.
1 - Ligar o cabo da antena à entrada ATN IN do aparelho de TDT.
2 - Ligar um cabo de duas fichas de scart de 21 pinos à tomada SCART TV do aparelho de TDT e à tomada AV2 (DECODER EXT) ou AV1 (TV) do amplificador ou leitor de cassetes de vídeo.
3 - Ligar com um cabo coaxial de duas fichas, uma macho e outra fêmea, à tomada RF (OUT) do amplificador de sinal ou leitor de cassetes de vídeo e à ligação para o cabo de antena da televisão.
4 - Sintonizar a frequência em que está aberto o canal para a partir daí visualizarmos os canais todos. Fica em UHF. Uma vez encontrado, o comando do aparelho de TDT será o novo comando da televisão, pelo menos no que diz respeito a mudar de canais porque para o resto vais ter de usar o comando da televisão antiga ou, não o havendo, levantar o teu traseiro do assento e dar aos dedos.
Não falha!
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Papa Paco e o Papa-Móvel
Este Papa Francisco é mesmo um homem à maneira. Recentemente, recebeu de presente um novo Papa-Móvel, viatura igual àquela que durante muitos anos conduziu na sua Argentina natal. Ora uma pessoa que fala tanto em prol dos pobres, só podia ter como viatura para dar umas voltinhas... o Jipe dos Pobres, pois claro!
Renault 4GTL de 1984. 800 centímetros cúbicos, 30 cavalos. Qual a cor? Branco, ora essa!
Que a caca esteja convosco e com o Papa!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁGICO!!!
Renault 4GTL de 1984. 800 centímetros cúbicos, 30 cavalos. Qual a cor? Branco, ora essa!
Que a caca esteja convosco e com o Papa!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁGICO!!!
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Zarolhos de Água: O Espelho do Mini Preço
E esta, ein?
Há dias, vi o anúncio do Mini Preço na televisão, aquele do pague dois e leve um ou coisa do género, e reparei que a cliente que levava as mercadorias a dobrar era a cara chapada da senhora Sharon den Adel, vocalista dos Within Temptation. Sei que a imagem que eu aqui tenho dela às compras, toda satisfeitinha da vida, a única que consegui acarear, não é das melhores mas fiquei aqui com a pulga atrás da orelha. Pulga? Não, aquilo já é uma carraça do tamanho de uma fava! É que das duas uma: ou a notável cantora é fluente na dicção da língua portuguesa e ganha uns trocos extra na publicidade lusa ou então estamos perante um fabuloso caso de «Duas vidas separadas pelo tempo/ Dois destinos, uma história de comércio», como cantaria decerto o grande Toy.
Que a caca esteja convosco!

P.S. (nada a ver com o partido): Quem acha que o Toy não é grande é porque nunca o viu nem nunca dele ouviu falar.
P.P.S. (este mesmo que fosse partido, seria desconhecido): NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Há dias, vi o anúncio do Mini Preço na televisão, aquele do pague dois e leve um ou coisa do género, e reparei que a cliente que levava as mercadorias a dobrar era a cara chapada da senhora Sharon den Adel, vocalista dos Within Temptation. Sei que a imagem que eu aqui tenho dela às compras, toda satisfeitinha da vida, a única que consegui acarear, não é das melhores mas fiquei aqui com a pulga atrás da orelha. Pulga? Não, aquilo já é uma carraça do tamanho de uma fava! É que das duas uma: ou a notável cantora é fluente na dicção da língua portuguesa e ganha uns trocos extra na publicidade lusa ou então estamos perante um fabuloso caso de «Duas vidas separadas pelo tempo/ Dois destinos, uma história de comércio», como cantaria decerto o grande Toy.
Que a caca esteja convosco!
P.S. (nada a ver com o partido): Quem acha que o Toy não é grande é porque nunca o viu nem nunca dele ouviu falar.
P.P.S. (este mesmo que fosse partido, seria desconhecido): NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Encantos da malandrice literária: «Aparição»
Quando andei na escola, tive de ler o famoso livro «Aparição» de Vergílio Ferreira. Tive? Pois, consegui ler até à quarta página e depois marimbei-me para aquilo. Por sorte, estávamos atrasadíssimos no programa e o livro foi dado de rajada, quase sem se dar por isso. Há dias, vi o documentário «Grandes Livros» no Canal 2 sobre esta obra e fiquei com uma noção mais acertada do conteúdo do famoso romance.
Em primeiro lugar, fiquei a saber porque é que uma história, filosecóido-existencialista se tornou conhecida. Em suma, porque nela Évora e os seus naturais eram insultados à brava e ficaram chateados com o autor.
Para quem nunca leu o livro, aqui vai um resumo segundo o que captei do documentário e bem (não) me lembro das aulas de há laaaaargos anos.
Há um tipo, professor, que chega a Évora para dar aulas e vinha de luto porque o pai tinha, enfim, quinado. O homem trazia consigo umas ideias esquisitas e a malta eborense achava-o maluquinho, senão vejamos. Conheceu uma ilustre família da cidade. O homem... o homem... Qual homem? Adiante. A mulher dele era um exemplo de vácuo mental, muito característica dos dias de hoje. Pinava-se que era um encanto e o marido nem daria pelo peso extra na cabeça. Outra era uma moçoila também à maneira e não podia ter filhos. O professor podia aliviar-se à vontade que a gajinha nunca emprenharia e ela até jogaria foguetes ao ar por merecer alguma atenção da parte dum homem. A terceira era das que se faziam difíceis, uma espécie de matadora tesuda que estava mortinha para que lhe saltassem para a espinha mas dizia sempre que não. A quarta era uma criancinha, nada de pedofilias por aqui, por amor de Deus! De Deus? Não, de Deus não que o palerma do docente não acreditava em Deus. Enfim, a mocita pouco ou nada falava mas tocava piano que era um encanto.
Com três mulheraças à mão de semear, o que é que ele fez? Nada. Até se antipatizou com a atiradiça da terceira. Deve jogar noutro campeonato... o outro campeonato. Em vez disso, conheceu um tipo novo, um tal Bexiguinha, que raio de alcunha, que andava muito pensativo na vida. Entretanto, desatam todos a morrer que nem peixes num rio contaminado. Um enforcou-se porque já não prestava para trabalhar e deu o mote. A pobre gaiata deixou de tocar piano: sem que se dissesse «água vai», foi atropelada e foi-se à vida. Depois uma das manas dela morre também por sabe-se lá o quê. O Bexiguinha torna-se psicopata depois de matar galinhas e mata a coitada da irmã estéril das outras duas porque acreditava que se tornaria em algo superior se a matasse. E tornou-se: num parvalhão de calibre superior. Depois disto, ao qual o professor era relativamente alheio, até porque as coisas acontecem e ele não tem intervenção directa em nada, pirou-se de Évora para ir dar aulas em Faro. Porquê? Já não haviam gajinhas vivas em Évora ou achou melhor pôr-se a milhas dali antes que o seu amigo Bexigoso resolvesse despachá-lo para o Além para se tornar anjo ou o Deus que, segundo ele achava, não existia?
No meio disto, há um episódio inverossímil, o da aparição pròpriamente dita. Numa analepse, o professor lembra-se de quando era pequeno e julgou ter visto um ladrão em casa. Quando constatou que era só o seu reflexo, ficou a olhar para o espelho e a pensar no ser que o habitava e o era e o se lhe reflectia na superfície vítrea espelhada e blá blá blá Wyskas Saquetas. Mas que raio de balela é esta? Um miúdo jamais faria tal coisa. Nem um graúdo, quanto mais. Eis como seria a cena na realidade.
«Olhei então para o espelho e, no meio da escassa luz do candeeiro a petróleo que a minha mãe trazia, vislumbrei a minha própria figura, o meu naqueles dias jovem ser, inocente a todos os níveis e claramente ingénuo. Respirei de alívio. Virei-me para os meus sorridentes pais e disse-lhes suspirando de novo:
- Ah, bom, o ladrão era eu! Quer dizer, o meu reflexo no espelho. Está bem, vamos dormir.»
Óbvio, não?
Antes achava que a «Aparição» era um mau romance, uma seca. Estava enganado. Agora tenho a certeza que pode ter sido escrito com grande erudição e aprumo linguístico mas a história é mesmo um avultado monte de caca.
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Em primeiro lugar, fiquei a saber porque é que uma história, filosecóido-existencialista se tornou conhecida. Em suma, porque nela Évora e os seus naturais eram insultados à brava e ficaram chateados com o autor.
Para quem nunca leu o livro, aqui vai um resumo segundo o que captei do documentário e bem (não) me lembro das aulas de há laaaaargos anos.
Há um tipo, professor, que chega a Évora para dar aulas e vinha de luto porque o pai tinha, enfim, quinado. O homem trazia consigo umas ideias esquisitas e a malta eborense achava-o maluquinho, senão vejamos. Conheceu uma ilustre família da cidade. O homem... o homem... Qual homem? Adiante. A mulher dele era um exemplo de vácuo mental, muito característica dos dias de hoje. Pinava-se que era um encanto e o marido nem daria pelo peso extra na cabeça. Outra era uma moçoila também à maneira e não podia ter filhos. O professor podia aliviar-se à vontade que a gajinha nunca emprenharia e ela até jogaria foguetes ao ar por merecer alguma atenção da parte dum homem. A terceira era das que se faziam difíceis, uma espécie de matadora tesuda que estava mortinha para que lhe saltassem para a espinha mas dizia sempre que não. A quarta era uma criancinha, nada de pedofilias por aqui, por amor de Deus! De Deus? Não, de Deus não que o palerma do docente não acreditava em Deus. Enfim, a mocita pouco ou nada falava mas tocava piano que era um encanto.
Com três mulheraças à mão de semear, o que é que ele fez? Nada. Até se antipatizou com a atiradiça da terceira. Deve jogar noutro campeonato... o outro campeonato. Em vez disso, conheceu um tipo novo, um tal Bexiguinha, que raio de alcunha, que andava muito pensativo na vida. Entretanto, desatam todos a morrer que nem peixes num rio contaminado. Um enforcou-se porque já não prestava para trabalhar e deu o mote. A pobre gaiata deixou de tocar piano: sem que se dissesse «água vai», foi atropelada e foi-se à vida. Depois uma das manas dela morre também por sabe-se lá o quê. O Bexiguinha torna-se psicopata depois de matar galinhas e mata a coitada da irmã estéril das outras duas porque acreditava que se tornaria em algo superior se a matasse. E tornou-se: num parvalhão de calibre superior. Depois disto, ao qual o professor era relativamente alheio, até porque as coisas acontecem e ele não tem intervenção directa em nada, pirou-se de Évora para ir dar aulas em Faro. Porquê? Já não haviam gajinhas vivas em Évora ou achou melhor pôr-se a milhas dali antes que o seu amigo Bexigoso resolvesse despachá-lo para o Além para se tornar anjo ou o Deus que, segundo ele achava, não existia?
No meio disto, há um episódio inverossímil, o da aparição pròpriamente dita. Numa analepse, o professor lembra-se de quando era pequeno e julgou ter visto um ladrão em casa. Quando constatou que era só o seu reflexo, ficou a olhar para o espelho e a pensar no ser que o habitava e o era e o se lhe reflectia na superfície vítrea espelhada e blá blá blá Wyskas Saquetas. Mas que raio de balela é esta? Um miúdo jamais faria tal coisa. Nem um graúdo, quanto mais. Eis como seria a cena na realidade.
«Olhei então para o espelho e, no meio da escassa luz do candeeiro a petróleo que a minha mãe trazia, vislumbrei a minha própria figura, o meu naqueles dias jovem ser, inocente a todos os níveis e claramente ingénuo. Respirei de alívio. Virei-me para os meus sorridentes pais e disse-lhes suspirando de novo:
- Ah, bom, o ladrão era eu! Quer dizer, o meu reflexo no espelho. Está bem, vamos dormir.»
Óbvio, não?
Antes achava que a «Aparição» era um mau romance, uma seca. Estava enganado. Agora tenho a certeza que pode ter sido escrito com grande erudição e aprumo linguístico mas a história é mesmo um avultado monte de caca.
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Eu avisei...
Há tempos atrás, disse que, se a Maria João Bastos, neste caso na pele de Liliane Marise, tivesse lançado um disco em meados dos anos 90, teria tido um sucesso estrondoso. Pois bem, estamos na segunda década do século XXI... e não é que as «Pancadinhas de Amor» e o «Eu Quero Uma Mala Chique», entre outros, chegaram ao primeiro lugar da tabela de vendas?
Disse ou não disse? Que é que se há-de fazer? Aquilo é porreiro!
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Disse ou não disse? Que é que se há-de fazer? Aquilo é porreiro!
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
quarta-feira, 24 de julho de 2013
B.B.C. Vida Selvagem - Os Vídeos
Há dias atrás, estava a trabalhar e fui levar o lixo ao contentor. Tal não foi a minha surpresa ao ver que parecia que tinham deitado fora um clube de vídeo inteiro. Isto porque o contentor estava cheio de cassetes. Ora eu, que aproveito tudo e mais alguma coisa, tê-las-ia aproveitado todas se as tivesse podido levar. Só que, como não pude, agarrei numa que estava por cima e levei-a. Depois, quando olhei para ela, vi que tinha escrito à mão «B.B.C. Vida Selvagem» e disse para mim próprio «oh, raio...». É que é conhecida a fama destas cassetes: quando uma cassete de vídeo tem escrito «B.B.C. Vida Selvagem», o mais provável é que tenha lá tudo menos isso, nomeadamente muita acção mas daquelas que se passam entre humanos muito entusiasmados, se é que me faço entender... Porém, fui a ver o seu conteúdo e, no final, cheguei à conclusão que, de facto, continha mesmo programas de «B.B.C. Vida Selvagem». Fiquei espantado. É que esta foi a primeira vez que vi uma cassete de vídeo que dizia «B.B.C. Vida Selvagem» e tinha mesmo lá «B.B.C. Vida Selvagem»!
Já não há nada como antes...
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Já não há nada como antes...
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Verão Frio? Ora essa...
Há umas semanas, apareceram para aí uns meteorologistas franciús a dizer que este seria o Verão mais frio e chuvoso, ou como eles dizem, o pior, dos últimos 200 anos.
Huuuummm... Talvez se eles desligassem o ar condicionado e saíssem à rua se apercebessem que faz um calor do camandro. Deixar as revistas do Tio Patinhas também seria uma grande ajuda.
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Huuuummm... Talvez se eles desligassem o ar condicionado e saíssem à rua se apercebessem que faz um calor do camandro. Deixar as revistas do Tio Patinhas também seria uma grande ajuda.
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Faltam vozes assim...
Caros colegas de pombal.
Gosto muito de música mas, quando oiço os temas contemporâneos depressa chego à conclusão que, por muito bons que sejam, estão muito aquém das canções da época áurea da música portuguesa, que se situou nos meados do século XX e foi até aos anos 70. Nada há que se compare com os temas actuais: instrumentação muito mais cuidada, letra mais complexa e composições muito mais trabalhadas. Havia inclusivamente um certo cuidado em evitar as repetições, o que hoje é frequente. No entanto, o que ainda assim me parece fazer mais falta é a voz. Há intérpretes fabulosos hoje em dia mas há um género que falta e antes era muito procurado e apreciado, que era o das vozes angelicais.
«Sim, existem hoje vozes assim», dirão alguns e darão exemplos de, entre outras, a Teresa Salgueiros, ex-vocalista dos Madredeus. É verdade, tem uma voz fina e delicada mas que se foi tornando difusa e pouco nítida com o avançar dos anos e da fama. Falta-lhe clareza e poder vocal. Poder é provável que tenha, resta demonstrá-lo. A clareza é uma consequência dos tempos, creio eu. Antigamente havia um grande aprumo pela maneira de falar, pretendia-se falar com calma e de modo claro para que toda a gente pudesse compreender na perfeição as palavras. Hoje é tudo um atropelo pegado.
Eis, quanto a mim, um exemplo a seguir: Maria de Fátima Bravo, aqui com o seu «Vocês Sabem Lá», tema arrasador no primeiro Festival da Canção Portuguesa, emitido pela Emissora Nacional a 21 de Janeiro de 1958. Note-se a doçura e elegância da voz, suave e fina mas nem por isso fraca, antes poderosa e bem definida, aliada a um tema bem trabalhado e, por consequência, esplendidamente interpretado.
Tal como ela, Maria Clara, Maria de Lurdes Resende e, mesmo entre os representantes do sexo masculino, Fernando Farinha, por exemplo.
Sem sombra de dúvidas, faltam vozes assim...
Que a caca esteja convosco!
P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!
Gosto muito de música mas, quando oiço os temas contemporâneos depressa chego à conclusão que, por muito bons que sejam, estão muito aquém das canções da época áurea da música portuguesa, que se situou nos meados do século XX e foi até aos anos 70. Nada há que se compare com os temas actuais: instrumentação muito mais cuidada, letra mais complexa e composições muito mais trabalhadas. Havia inclusivamente um certo cuidado em evitar as repetições, o que hoje é frequente. No entanto, o que ainda assim me parece fazer mais falta é a voz. Há intérpretes fabulosos hoje em dia mas há um género que falta e antes era muito procurado e apreciado, que era o das vozes angelicais.
«Sim, existem hoje vozes assim», dirão alguns e darão exemplos de, entre outras, a Teresa Salgueiros, ex-vocalista dos Madredeus. É verdade, tem uma voz fina e delicada mas que se foi tornando difusa e pouco nítida com o avançar dos anos e da fama. Falta-lhe clareza e poder vocal. Poder é provável que tenha, resta demonstrá-lo. A clareza é uma consequência dos tempos, creio eu. Antigamente havia um grande aprumo pela maneira de falar, pretendia-se falar com calma e de modo claro para que toda a gente pudesse compreender na perfeição as palavras. Hoje é tudo um atropelo pegado.
Eis, quanto a mim, um exemplo a seguir: Maria de Fátima Bravo, aqui com o seu «Vocês Sabem Lá», tema arrasador no primeiro Festival da Canção Portuguesa, emitido pela Emissora Nacional a 21 de Janeiro de 1958. Note-se a doçura e elegância da voz, suave e fina mas nem por isso fraca, antes poderosa e bem definida, aliada a um tema bem trabalhado e, por consequência, esplendidamente interpretado.
Tal como ela, Maria Clara, Maria de Lurdes Resende e, mesmo entre os representantes do sexo masculino, Fernando Farinha, por exemplo.
Sem sombra de dúvidas, faltam vozes assim...
Que a caca esteja convosco!
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AVISO IMPORTANTE: DADO O ELEVADO TEOR EM EXCREMENTOS CORROSIVOS, NÃO SE RECOMENDA A VISUALIZAÇÃO DESTE BLOG EM DOSES SUPERIORES ÀS ACONSELHADAS PELO SEU MÉDICO DE FAMÍLIA, PODENDO OCORRER DANOS CEREBRAIS E CULTURAIS PROFUNDOS E PERMANENTES, PELO QUE A MESMA SE DESACONSELHA VIVAMENTE EM ESPECIAL A IDOSOS ACIMA DOS 90 ANOS, POLÍTICOS SUSCEPTÍVEIS, FREIRAS ENCLAUSURADAS, INDIVÍDUOS COM FALTA DE SENTIDO DE HUMOR, GRÁVIDAS DE HEPTAGÉMEOS E TREINADORES DE FUTEBOL COM PENTEADO DE RISCO AO MEIO. ISTO PORQUE...
A CACA DE POMBO É CORROSIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A CACA DE POMBO É CORROSIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




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