segunda-feira, 27 de julho de 2026

Trumpofutebolices das Nações Unidas

 Eu avisei que não deveria demorar muito até Donald Trump sonhar com mais uma nova alarvidade e pô-la em prática.

O famoso presidente deve ter ficado fascinado com o futebol, ou «soccer», como chamam ao desporto-rei nas terras do Tio Sam. E deve ter achado que esta seria também uma boa ocasião para mais uma vez comprovar a alegada superioridade americana em tudo. Não sendo a bem, seria a mal, claro está. Portanto, quando o avançado Folarin Balogun viu o cartão vermelho no jogo entre os Estados Unidos da América e a Bósnia-Herzegovina e, por consequência, deveria ter ficado com um jogo de suspensão como castigo, Trump apressou-se a telefonar ao Presidente da FIFA a exigir o perdão do jogador para que ele pudesse entrar em campo na partida contra a Bélgica. Diga-se o que se disser, a verdade é que conseguiu. De nada serviu porque os americanos foram eliminados à mesma. Como se não bastasse, ainda assistiu ao vivo à derrota do estado-vassalo liderado pelo seu admirador e lacaio desgrenhado (sim, falo de Milei) contra a campeã Espanha, de cujo Presidente do Governo é muito avesso. No entanto, a avaliar pelas cordialidades e sorrisos, muita deve ter sido a admiração e simpatia para com o Presidente da FIFA. De tal forma que dias depois o Grande Trumpalhão surpreendeu o Mundo com a intenção de nomear Gianni Infantino para o cargo de Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas, sucedendo assim a António Guterres.

É amplamente conhecido o desprezo que Trump nutre pela O.N.U., assim como tudo o resto que todos nós com dois dedos de testa bem sabemos, disso não há dúvida. Quanto a Infantino, não sei quais as qualidades e capacidades de conciliação, negociação e resolução de conflitos do Presidente da FIFA mas fico sempre na dúvida, até porque uma coisa é liderar uma organização que regulamenta, promove e organiza eventos desportivos e outra é ser a cabeça de uma entidade que tenta, amiúde em vão, combater a fome e a doença no Mundo, pôr termo a contendas e manter um muito precário equilíbrio entre os países que com grande frequência são rivais ou mesmo inimigos declarados.

Estaria a altura dessa tarefa?

Que a caca esteja convosco!



P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

Clima de secura em Almada

 O ambiente político em Almada tem estado ao rubro nestas últimas semanas. Será das altas temperaturas? Não. Será por causa dos incêndios? Nem por isso. É sim porque aquilo por lá tem sido uma verdadeira seca. Não estou a gozar! Senão vejamos: parte do concelho não tem abastecimento de água ou tem-no intermitentemente, pelo que a água tem de ser racionada e certas zonas fornecidas com auto-tanques. A Presidente da Câmara Municipal de Almada, a socialista Inês de Medeiros, tem sido alvo de severas críticas por parte do Governo, muito interessado em desviar a atenção do povo das polémicas em torno dos ministros da Administração Interna e da Educação, entre outras bostecadas, e da queixosa população, com os munícipes a exigir a demissão do executivo. Em resposta às críticas e acusações, a autarca diz, e passo a citar, «estamos perante fenómenos extremos, temos de reduzir o consumo de água», apontando para as alterações climáticas a causa da secura nas torneiras. Declaração curiosa vinda da edil de um dos municípios cujas instalações de fornecimento de água têm dos mais elevados graus de perdas num ano com o Inverno mais chuvoso dos últimos 47 anos e com níveis de precipitação quase o triplo do normal.

Naturalmente Inês de Medeiros não tem a culpa toda do problema. Esta deve-se a várias pessoas que, como é costume, foram empurrando com a barriga umas para as outras e pouco ou nada fizeram, mas não só neste executivo camarário e nos serviços municipais mas em todos os outros anteriores que, tendo conhecimento, não mexeram uma palha. Ela podia era ter acareado um argumento melhor, que as alterações climáticas não servem de desculpa para tudo.

Que a caca esteja convosco!



P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

domingo, 19 de julho de 2026

Zarolhos de Água: O Espelho de um Pesadelo na Cozinha

Vai mais uma palermice? Desligar os nossos cérebros mais um pouco? Vamos a isso!

Nos últimos tempos tenho tido a sorte de ter visto uns quantos filmes mais do que se estava a tornar costume. Foi ao visionar um deles, o tão interessante quanto bizarro «Tenet», que reparei numa curiosidade.

(Já agora, aconselho o visionamento deste filme de Christopher Nolan, não tanto pela sua qualidade, que é inegável, mas porque só o vendo repetidas vezes se consegue ir aos poucos destrinçando toda a complexa trama.) 

E que curiosidade é esta? Pois bem, a acção gira em torno de um agente de uma unidade especial que investiga um eventual roubo e tráfico de armamento. A investigação leva-o até ao vilão da história, o oligarca e traficante de armas russo Andrei Sator, interpretado pelo actor Kenneth Branagh. Ainda alguém se lembra de Kenneth Branagh? Não? Sei lá, por exemplo, do «Wild Wild West» e principalmente de «Harry Potter e a Câmara dos Segredos», onde deu corpo ao aldrabão e cagarolas Gilderoy Lockhart?

Claro que isto já foi há uns aninhos. De facto, quando eu vi o «Tenet», eu nem o reconheci como tal. Porém, assim que o vi, a minha mente explodiu numa exclamação, entretanto e por consequência audível: olha, o Ljubomir! Sim, Kenneth Branagh/Andrei Satori é a cara chapada do célebre cozinheiro Ljubomir Stanisic! Alguma dúvida? Então quem é quem nas fotografias que se seguem?





Ah, pois! Se não fosse a jaleca, ficava tudo à míngua de paparoca e respostas correctas! De facto, não há como negar que são ambos ossos duros de roer, que tanto um como o outro têm cem maneiras para fazer chegar a água aos seus moinhos e que fazem o Diabo aparecer em qualquer cozinha e não só. Uma particularidade, porém, aparta-os, que é Satori ser uma personagem de ficção e Ljubomir uma pessoa a sério, de carne e osso. Mas logo regressa a dúvida. Já sabemos que Ljubomir é um excelente e rigoroso cozinheiro e, a avaliar pelos anúncios de publicidade a apostas on-line, também dá uns toques na representação. Também sabemos que Kenneth Branagh tem por ofício vestir a pele de gente produzida das mentes imaginativas de escritores e guionistas. Será que também se ajeita nas artes da culinária? É que nunca ninguém os viu juntos. Vai na volta e ou há aqui parentesco ou múltipla personalidade real ou fictícia ou de Hogwarts saiu uma daquelas magias que a Hermione sabe explicar como se faz para se... desdobrar em várias. E como eu gostaria de saber fazer isso!

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Manifestantes anti-Trump e real confusão

 Claro que o que não falta nos estados unidos da América são pessoas que não concordam com a maneira de ver, entender o Mundo e governar de Donald Trump. Daí resulta que as manifestações se sucedam com grande frequência. No entanto, há algo em comum com muitas delas e que me intriga, que é acusarem Trump de ser um rei e dizerem que não querem mais reis. Curioso. Sabendo que os presidentes americanos são eleitos para não mais do que dois mandatos consecutivos de quatro anos cada, ou seja, não de forma vitalícia e tampouco hereditária e que os Estados Unidos da América nunca tiveram reis próprios, conclui-se que os Americanos não só não sabem o que é um rei como não sabem que nunca tiveram reis. talvez ajudasse se lessem o artigo que escrevi aqui a 1 de Fevereiro. Até lhes vou dizer isso em inglês.

American friends. It seems to me that you don't know what a king is. I advice you to translate and read my February 1st article «Troca de Argumentos: Monarquia ou República».

Que a caca esteja convosco! (Ou «May the crap be with you.»)



P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

P.P.S.: Espero não ter escrito um inglês muito fanhoso.

domingo, 5 de julho de 2026

Tump, o «Trompicador»

 Donald Trump não pára de nos surpreender, e é pela negativa.

Este outrora candidato imprevisto e tido como fonte de motivos de chacota para tudo quanto era comediante, foi eleito, para surpresa geral, pelo menos dos não-americanos, apesar das suas ideias controversas, propostas ousadas para lá de insensatas e comentários amiúde ora ofensivos ora inconsequentes ora tudo isto junto e de um passado cheio de suspeitas de casos de assédio e de eventual envolvimento na rede de pedofilia de Epstein, entre outras desconfianças mais ou menos não provadas. E o mais preocupante é que não só foi eleito como, apesar de tanta tolice, imprudência e coisas perigosas e insensatas que fez, ainda conseguiu ser reeleito. Isto leva-nos a interrogar-nos quanto ao estado de putrefacção a que chegou a política norte-americana ou a se os Estados Unidos da América não terão, em geral, o presidente que merecem.

Começou com a ideia do «muro», que até já existia, que os Mexicanos é que iriam pagar, segundo ele dizia, e com a saída do país do Acordo de Paris para as alterações climáticas e o meio-ambiente. Com uma alegada tentativa mais ou menos encapotada de se agarrar ao poder por via de um golpe de estado de entremeio, de cuja acusação se livrou, ressurgiu com novo acidente democrático na Casa Branca, ou não tivesse ganho à incapaz adversária democrata Kamala Harris. E como veio assanhado desta vez! Desta já está para tudo menos para nos rirmos dele!

No plano interno, moveu uma perseguição a estrangeiros em geral com a desculpa de combater a imigração ilegal, argumento que usou a toda a hora para servir de manobra de diversão ao descalabro financeiro de uma América que pretendia fazer grande outra vez. Faz censura e perseguição a jornalistas e comediantes e manipulação da informação e da Justiça. No meu tempo, dir-se-ia «fazer ditadura». Bem apregoa ele os valores da liberdade e da justiça e que os Estados Unidos são um país livre, o pináculo civilizacional da Humanidade! Quanta cegueira, arrogância e hipocrisia!

No plano externo, podia ter-se ficado a lamber as feridas das consequências nefastas de um conflito de taxas alfandegárias, a «Guerra das Tarifas», contra o resto do Mundo, em particular contra a China, à qual teve de se vergar. Mas não. Trump ambiciona o Canadá, assedia a Gronelândia, ameaça Panamá, Colômbia e Cuba, invade a Venezuela para sequestrar (ou forjar um sequestro?) o seu Chefe de Estado e colocar no poleiro uma Presidente Interina Fantoche e ainda aliar-se a uma líder da oposição manifestamente admiradora sua. E já que mencionámos Cuba, estrangula-a com o agravar de um bloqueio, quando ainda há escassos anos Barak Obama reatara relações diplomáticas com a ilha e quase mandara o bloqueio para as urtigas. Até com Putin parece estabelecer uma espécie de relação de amor-ódio ou baile competitivo, tendo em conta a maneira como lidam um com o outro, apesar do russo estar anos-luz à frente em inteligência. Há dúvidas? Então e a maneira como tem entalado, usado, humilhado e chantageado Zelensky? De igual forma, tem-se aproveitado da decadência e equivalentes governantes de Inglaterra. Até a NATO, até há escassos anos uma extensão do poderio militar americano tem sido desprezada, assim como a ONU, que Trump ameaça abandonar e para qual já cortou muito do financiamento, em prol de uma organização que ele pretende criar à sua imagem e para ele liderar, claro. Ao invés, estreita os laços com Israel, apesar de andar ora tanto aos beijinhos ora às turras com o seu líder, Benjamin Netanyahu, outra personalidade tão semelhante à sua como à das alclaras só que mais esperta. Ataca o Irão sob o pretexto de querer acabar com o opressor regime dos aiatolas, arrastando um conflito idiota e cujo único objectivo óbvio aos olhos de todos é o controlo do petróleo cujo nome não sei qual a Historiografia lhe dará mas que pode muito bem ser a Guerra do Estreito. Mas alto! A coisa não correu como o esperado. Não só não conseguiu controlar o tráfego naval do Estreito de Ormuz e, logo, 20% da produção do petróleo a nível global, como se estão a aproximar as eleições intercalares. É preciso aparecer aos olhos dos eleitores como vitorioso e pacificador. Toca de apressar-se a fazer um acordo de paz, quer o lacaio judeu queira quer não, e publicitar a aniquilação de um regime que está mais forte agora do que antes da contenda. É que o homem quer ganhar as eleições e ainda o Prémio Nobel que a lambe-botas sua Corina Machado lhe surripiou debaixo dos seus olhos sem que para isso também tivesse merecimento e ainda, quem sabe, invadir Cuba e Gronelândia.

Podia continuar a dissertar avulsamente e sem destino aparente até o Pombocaca ficar cheio de tanto excremento de Trump(a) mas fico-me por aqui. Parece-me que a conduta do empresário enquanto soberano norte-americano se assemelha a uma versão hitleriana atabalhoada, com tantos tratados feitos e outros tantos desfeitos, ameaças e invasões e administração interna à base de propaganda, autoritarismo e estupidez. Sim, estupidez também, tanta aquela que lhe sai da boca para fora como a das suas acções que até levam a que as chefias militares se reúnam e decidam à sua revelia, segundo se diz. Em sentido figurado, ele dá mais tiros certeiros no seu próprio pé os que lhe fazem atentados, que parecem de pontaria muito frouxa, se é que aquilo não é tudo encenado, que com gente assim eu não ponho as minhas mãos no fogo.

Que trouxe a governação de Donald Trump ao Mundo? Aumentos de preços, escassez de bens, medo, guerra, destruição, morte, censura, desinformação e injustiça. Acho que se viesse a receber um cognome, este seria Trump, o «Trompicador». Não é só por causa da aliteração mas porque essencialmente o que ele tem feito é trompicar tudo o que o rodeia, ou seja, tornar-se um estorvo, lixar, causar dano, destruir mesmo as vidas dos outros e de tudo mesmo, de uma forma geral. E por aqui me deixo estar, a aguardar a sua próxima travadinha, que volta e meia e dá-lhe a vasquilha, até porque acredito que ainda muito se há-de escrever sobre esta personagem e não vale a pena alongar-me mais.

Que a caca esteja convosco e Deus salve não só a América mas todo o Mundo, que com gente assim, acho que só um milagre nos pode valer.



P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

Governo chumbado no exame por corrigir

 Os nossos governantes ao longo dos tempos têm feito muitas coisas boas, verdade seja dita. Contudo, também têm sido prodigiosos, principalmente em não saberem publicitar as coisas boas que fazem, em defenderem como excelentes ideias ou medidas que, logo à partida, só podem dar mau resultado, em ignorarem estudos, advertências e propostas, mesmo quando provenientes de grupos incumbidos para tal pelos próprios governos, e em fazerem asneiras. O mais recente exemplo disso é o que se tem passado com as correcções dos exames escolares.

Até agora, os enunciados dos exames eram feitos em papel, transportados por agentes das autoridades em pacotes selados e entregues aos alunos. Estes preenchiam os cabeçalhos das folhas de prova, que contêm as identificações dos alunos, e respondiam nelas às perguntas dos enunciados. Uma vez terminados os exames, as folhas de prova eram recolhidas, colocadas em pacotes que eram selados, entregues às mesmas autoridades e transportados até aos locais onde eram destacados os cabeçalhos e distribuídas pelos professores encarregues das corecções. Nunca se sabia assim a quem pertenciam os exames e a avaliação seria imparcial. No final, estando feita a correcção e dada a avaliação, as folhas de prova eram reenviadas aos locais de proveniência e reunidas aos cabeçalhos para que se soubesse a que aluno correspondia determinado exame e respectiva nota. Por fim, comunicava-se à escola a pauta de notas dos alunos. Fácil, tão rápido quanto possível e eficaz.

Isto é simples demais, não é? Só que não trás ganho a ninguém. Porque não complicar um bocadinho, de preferência de forma a que alguém fique a lucrar com o processo? Ainda por cima, este governo parece estar contagiado por uma certa socratite, e digo isto no sentido de que dá ares de ansear dar continuidade ao «choque tecnológico», seja de que maneira for e em que área for.

Há algumas semanas, foi ensaiado um novo método, com o envio dos enunciados e a resposta de forma digital. Deu asneira pois logo apareceram imagens dos enunciados, indício de que piratas informáticos tinham acedido aos exames prèviamente. Mas o Governo não se ficou por aqui.

Como se não bastassem as advertências face à balbúrdia gerada por uma experiência-piloto com os exames de Filosofia do ano passado, o Ministério da Educação ainda assim insistiu em generalizar um novo método de correcção. Os enunciados dos exames chegaram às mãos dos alunos como era costume mas desta vez, quando acabados, as folhas de prova eram recolhidas, digitalizadas e enviadas para os endereços designados, onde depois seriam distribuídas para os correctores. Tudo isto, claro, à responsabilidade de uma empresa, que ninguém para além dos nossos governantes sabe qual, à qual o serviço foi concessionado ou sabe-se lá que outra modalidade contratual.

Tendo em conta que a necessidade de usar aparelhos para a digitalização implica custos energéticos e materiais acrescidos, que este processo está dependente da manutenção de boa rede e energia eléctrica, que o sistema se tem mostrado vulnerável à pirataria informática, que exige mais pessoas a manusear as folhas de prova e os seus conteúdos tanto na forma física como digital e ainda técnicos informáticos para manter o sistema a funcionar, que o processo se torna consequentemente muito mais demorado e que podem não haver meios na esmagadora maioria das escolas para levar a cabo estas tarefas, é de crer que qualquer pessoa com apenas dois neurónios a faiscar na sua cabeça depressa chegue à conclusão que isto tinha tudo para só poder correr muito mal. E foi, previsìvelmente, o que aconteceu.

Por bem menos do que isso, uma antiga ministra da Educação foi pressionada a demitir-se, em 2004. O problema é que tudo isto era perfeitamente evitável. Olhando para esta trapalhada, apenas três perguntas me ocorrem.

1 - Para quê inventar? Se o sistema é bom e funciona, para quê alterar? «Em equipa vencedora não se mexe!

3 - Quem é que será que achou que complicar um método simples desta maneira seria boa ideia? É que vê-se logo que não é!

2 - Que empresa teria ficado a ganhar com isto tudo? Aceitam-se palpites. A mim, que sou um perfeito ignorante e não tenho qualquer relação com os intervenientes ou com a matéria, fico a pensar se não haverá ligação a algum governante ou uma qualquer empresa «viva».

Em suma, o Governo chumbou no exame. Fico a pensar se não aguardará passivamente o chumbo também no Orçamento de Estado para 2027 para ser expulso da escola.

Que a caca esteja convosco!



P.S. (que não se está a revelar melhor): NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

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A CACA DE POMBO É CORROSIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!