sexta-feira, 2 de outubro de 2015

«Ajuda» ilegal

A Comissão Europeia queixa-se que a ajuda prestada pelo Governo Português aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo é ilegal. Se provocar propositadamente a falência de uma empresa pública lucrativa é ajudar, então sim, a ajuda foi ilegal.

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

Anacronismos e lapsos televisivos

Muitas vezes, estamos a ver televisão ou um filme e damos de caras com algumas falhas, coisas do género da troca de mãos do Anakin Skywalker n'«A Ameaça Fantasma» ou da autópsia ao extraterrestre naquela farsa famosa de há anos. Hoje trago à baila dois desses casos.

Primeiro: «Santa Bárbara». A telenovela nem precisava de começar para ter uma irregularidade. É que, por razões de saúde para uma eventual futura descendência, não podem haver mulheres mineiras. É uma actividade que envolve risco de contaminação que afecta ambos os sexos mas que o feminino pode transmitir através do seu ventre a um hipotético bebé seu. No caso dos homens, não há esse problema pois a contaminação fica com eles. Houve ou há uma mineira, é verdade, mas isso é um caso excepcional, como muitas coisas que fogem às regras hoje em dia.

Segundo e muito mais estranho: o anúncio do Intermarché. À primeira vista, alguém dirá logo que o que falha é o tipo, que se torna cada vez mais feio à medida que o tempo passa e que troca um jipe Toyota por um qualquer carro moderno. Por muito bom que seja, não supera o jipe. Mas não, não é isso. Logo no início, aparece que é 1991 e a mãe manda o moço levar 50$00 e ir às compras. Ele agarra numa nota de 50$00 daquelas com a figura da Rainha Santa Isabel, uma destas.

E é aí, quando ele lhe joga as mãos, que nós dizemos:
- Não, não leves essa, não te serve, não vais poder comprar nada, não, não não... ah... já fizeste asneira...
Porquê? É que aquele modelo de nota já saiu de circulação a 30 de Junho de 1987.

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Crítica Literária: «Bifes Mal Passados» de João Magueijo

Hoje tenho uma sugestão altamente indigesta para presentear os nossos (inexistentes) leitores: «Bifes Mal Passados; Passeios e Outras Catástrofes Por Terras de Sua Majestade», da autoria de João Magueijo, célebre astro-físico com várias publicações sobre o assunto e formulador da Teoria da Velocidade Variável da Luz.

- Género - É um pseudo-guia ou roteiro marado de viagens cheio de úteis advertências, aquilo a que os Bifes e o autor designam por «rough guide».

- Organização - Esta edição da Gradiva apresenta-se com 187 páginas divididas em 12 capítulos, Epílogo, Nota do Autor e, curiosamente no fim, Agradecimentos e Dedicatória. O Capítulo 9 é um tratado desdobrado em 15 itens.

- Crítica - Começamos logo com dois apontamentos peculiares. O tipo de ar sonolento na capa parece o economista Camilo Lourenço. A sério! Basta comparar as imagens abaixo. A obra é dedicada, entre outros, a Isabel II! Posto isto, vamos ao ataque.


 A leitura requer do leitor alguma prática entre os escritos de modo a perceber o correcto significado das frases em consequência da escassa e muito deficiente e, apesar disso, amiúde mal colocada pontuação, em especial vírgulas e pontos finais. Aspas e travessões são uma raridade, o que nos leva a duvidar por vezes, se nos falhar a atenção, quanto a se determinada passagem é narração, pensamento, fala ou citação. A construção das próprias frases é, muitas vezes, atentatória do ponto de vista gramatical. Tudo isto nos leva a chegar a três conclusões: o entusiasmo com que o livro foi escrito e (não) revisto, a falta de prática do autor na escrita e o hábito do emprego da língua inglesa. Note-se que muitas frases têm uma construção típica da literatura inglesa, não portuguesa. Acrescente-se que esta é a primeira obra do autor em português.

Os palavrões são tão abundantes quanto n'«O Anjo Mais Estúpido», de Christopher Moore. Tão? Quase com certeza que mais. Não havia necessidade de tanta brejeirice. Pode conferir alguma graça ao discurso mas quando é demais, como aqui, acaba-se por cair no erro, por exemplo, das constantes cenas de nudez e sexo no filme «O Mistério da Estrada de Sintra», película já de si boa mas em que se recorreu ao modo mais fácil de cativar espectadores, mais ou menos como a Soraia Chaves em todos os filmes e anúncios onde apareça. Não é que eu me queixe.

Volta e meia e vem à baila o assunto central da vida britânica: comida má e bebedeiras, algo essencial para um livro desta natureza.

Perante tão rico e aprofundo estudo aos Bifes, o autor peca num ponto ou outro do conteúdo. De assinalar há o constante na página 180: «Aqui ninguém fica chocado por um Professor Catedrático [maiúsculas desnecessárias] dizer caralho [faltam aspas], o escândalo seria o Senhor Professor Doutor [idem] não publicar ideias novas. Portugal é o preciso oposto.» Pois é, meu caro. Lá não termos por cá ideias novas é um sabido mal mas fica sempre mal largarmos impropérios boca-fora. Um professor catedrático não o faz, pelo menos em público, e quem diz este diz outro dignitário, por uma questão de respeito e boa educação. Para mais, a educação deve ser directamente proporcional à instrução, ou seja, quanto mais instruído um indivíduo é, maior obrigação tem ele em ser bem educado.

- Veredicto - Hilariante, fidedigno e genial. Demonstra não só a insana realidade das Ilhas Britânicas como dá a entender que o nosso amigo cientista também andou/anda metido numas valentes loucuras. Terá sido contaminado pela bifice ou é só efeito da vacina?

Imperdível, leitura obrigatória a quem quiser compreender os povos britânicos, Ingleses em particular, e rir às custas deles. Rir ou chorar, a avaliar pelo calibre das enormidades. Mostra que têm tudo para viverem bem e terem um país genial mas não são capazes de darem o passo em frente, rumo à inteligência. Quase tão grave, mostra que nós somos obrigados a ir para lá e lugares que tais para podermos vir a ser alguém na vida.

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

Esquizofrenia Rodo-Ferroviária

De vez em quando, o Governo surpreende os cidadãos com mais umas ideias peregrinas, coisa típica dos políticos da Terceira República quando o tema versa sobre mais do que aborto, regionalização e União Europeia, o que já de si é mais da mesma parvoíce. Eu até gostaria de ter escrito isto há uns meses, quando a ideia saiu, antes de ser aplicada, mas a minha torradeira é como já se sabe e, enfim, tenho de me haver com o que há.

Qual a bizarria desta vez? Unir Estradas de Portugal à REFER. Vamos lá ver se eu percebo. A Junta Autónoma das Estradas foi extinta, retalhada e parcialmente privatizada. A Companhia dos Caminhos-de-ferro Portugueses também já foi desfeita em pedaços. Agora agarra-se numa fracção da J.A.E. e noutra da C.P. e juntam-se... mas os meios de cada uma das partes mantêm-se dispersos.

Eu reconheço que a esperteza nunca foi o meu forte. Há quem nasça com uns quantos neurónios mais ou menos e há outros cujo Tico e Teco nasceram já em curto-circuito, que é que se há-de fazer? Mas não seria mais prático, fácil, simples, barato e natural juntar o que é de cada área? Talvez, sei lá, reunificar a J.A.E. e a C.P.? É que me parece que o modelo que no Governo apresenta, duas coisas sem relação ficam juntas mas acabam por não ter jurisdição sobre outras coisas de ada área. O novo organismo não será nem ave nem morcego e já se sabe no que é que isso dá, não é? Mas isto digo eu, que sou obrigado a reconhecer que há um estúpido ignorante aqui.

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

Debates decisivos?! Onde?!

Esta era boa de ter sido publicada antes dos badalados confrontos mas não pôde ser e isto é o que se arranja.

Todos ouvimos até à exaustão aquelas constantes publicidades aos dois debates que iriam defrontar Passos Coelho e António Costa, em especial o transmitido pela primeira vez nas três estações de televisão. Todos ouvimos vários comentadores afirmarem, tal como os anúncios, que os debates iam ser decisivos para o resultado do escrutínio. A todos esses e a quem acredita nessa cantilena eu digo que largue a chupeta e acorde para a realidade.

Um debate nunca é decisivo para um resultado de eleições. A apresentação de medidas ronda a nulidade, a argumentação das vantagens e desvantagens de determinada proposta defendida em detrimento de outras ronda o zero e o índice de balelas tende para mais infinito. Para dizer a verdade, qualquer tempo de antena consegue ser mais esclarecedor que um debate entre candidatos. Então se assim é, porque é que nós parecemos ter uma adoração por debates? Simples, é o nosso lado animalesco a falar mais alto. Quer queiramos reconhecer quer não, a maioria de nós aprecia ver uma espécie de luta de galos encapotada, em que mandam bocas foleiras uns aos outros e areia para os olhos dos eleitores, ou nem que seja só pela curiosidade de ver como é que cada candidato reage às provocações alheias. Para que um debate fosse decisivo para o resultado de eleições, era preciso que acontecesse algo muito fora do normal, como, sei lá, um dos candidatos mostrar as suas cuecas com uma cruz suástica, mandar manguitos directamente ao público ou chamar anormais aos contribuintes. Bem, um deles chamou piegas e, por este andar, até é capaz de ganhar outra vez.

No final, vem a pergunta: quem ganhou o debate? Meus amigos, um debate não se ganha, só se perde ou não. Feitas as contas, quem perdeu os debates não foi nenhum dos candidatos mas todos aqueles que ainda se deram ao trabalho de os ver e/ou ouvir e assim perderam irremediàvelmente precioso tempo de vida.

A patacoada continua.

Que a caca esteja convosco!


P.S. (nada a ver com o partido): NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

Pombocaca - O Regresso

Tanto tempo depois, cá estamos nós outra vez para vos encher a mioleira de titica de pombo. Bem, nós é como quem diz. Na realidade, sou só eu. Dos três que outrora fomos, só eu ainda me dou ao trabalho de dar uns toques de desfibrilhador ao blogue, o que, a bem dizer é ainda mais ingrato ao ver que a assistência é nula. Portanto, não sei durante quanto mais tempo hei-de escrever algo mas, para já, aqui vai mais um ou outro bonico depois de longos meses de indesejada ausência. Problemas técnicos. Já alguém se interrogou quanto ao porque é que os computadores tiveram tanto êxito ou sou só eu?

Que a caca esteja convosco!



P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

segunda-feira, 9 de março de 2015

Festival da Canção 2015... lá vamos nós outra vez...

Lá está mais uma vez a R.T.P. de parabéns por mais um aniversário. Como é costume, o dia de anos da velhinha televisão foi marcado por mais uma edição do Festival da Canção, algo que até há cerca de 15 anos, pouco mais ou menos, era um acontecimento de destaque. Hoje já não tem o relevo de outrora, consequência da maior variedade de meios de comunicação e entertenimento, das mudanças sociais e de alterações na natureza da música, mas continua a manter um certo charme, ainda que com frequência não se saiba onde é que ele pára. Contudo, há coisas que eu não consigo compreender.

Desde sempre que se disse que o vencedor do Festival iria representar o nosso país no Festival da Eurovisão da Canção mas acho que se tem dado um cada vez maior tratamento redutor ao nosso festival no que concerne a este aspecto. O Festival da Canção deve ser para escolher o melhor de Portugal, não um mero representante para a Eurovisão. Da maneira como se tem tratado o Festival, parece que não passa de uma pré-eliminatória da Eurovisão, quando, e à semelhança de qualquer outra competição, a ida para um torneio internacional deve ser a consequência de um triunfo a nível nacional, não oculminar dum mero trâmite. Existe uma certa falta de amor próprio da parte da organização que acho que ainda não se apercebeu que ao público pouco ou nada importa se alguém de cá vai para o Festival da Eurovisão, té porque é sempre certo e sabido qual é o resultado. Em última análise, eu nem sei porque é que ainda continuamos a mandar gente para o Festival da Eurovisão. Mas isto digo eu, que sou um paspalho qualquer.

No que diz respeito ao Festival pròpriamente dito, não sei se a canção que ganhou, «Há Um Mar Que Nos Separa», teria sido a indicada para a vitória.

Leonor Andrade, a jovem interprete agraciada com este triunfo, fez uma esplêndida demonstração dos seus dotes vocais aquando da prestação de excertos de temas antes da apresentação dos resultados, o que não aconteceu com o tema que levava a concurso. O mesmo sucedeu com Yola Dinis, que brilhou com uma magnífica demonstração das suas capacidades em iguais circunstâncias mas que não nos fez sentir a chegada das andorinhas com o seu «Outra Vez Primavera». Ambas têm bons dotes vocais mas os temas que apresentaram não eram os mais adequados às características das suas vozes e daí resultou que pareciam ter menos garganta que a que, de facto, têm.

José Freitas teve um outro problema, igualmente muito comum nos festivais, que é o de ter uma voz potente e capaz das maiores proezas, as quais soube demonstrar, e um tema que nem por isso era o mais adequado para o tipo de competição que é o Festival da Canção.

Falou-se muito de Simone de Oliveira e até de ser uma preferida mas, quanto a mim, esta é uma questão que não se coloca. Simone teve dois pontos a favor: a gigantesca estima e adoração que o público lhe tem e um tema que se adequa à sua voz. Porém, temos de ser sinceros e não podemos deixar de reconhecer aquilo que a própria grande Simone sabe, que a sua voz já não é como era outrora, aquando do «Sol de Inverno» e da «Desfolhada». Portanto, a sua participação tem todo o mérito que ela merece, nem que seja pela sua nova aparição num festival mais de 40 anos depois, mas só num contexto semelhante àquele em que a Sabrina ganhou é que ela também ganharia.

Na minha modesta opinião, a justa vencedora era Teresa Radamanto, com o seu «Um Fado Em Viena». O título é pretensioso, é verdade, mas não o é menos verdade que, de todos os temas, este «fado-valsa», como o classificaram, era o mais harmonioso, completo e bem interpretado de todos os doze temas apresentados. Boa composição, boa letra, ainda que de refrão um pouco repetitivo, e com uma intérprete dotada com uma habilidade, segurança e capacidade vocal de bem longe muito superior a qualquer outro concorrente. Há dúvidas? Então veja-se e oiça-se o tema. Quanto a mim, não duvido que é uma pena não figurar no lugar cimeiro dos Anais dos Festivais. Quantos anos não se passarão entretanto sem que tão boa canção e intérprete ressurjam? Bem, «o futuro a Deus pertence», como diz o provérbio.

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

Palonços iconoclastas

Os recentes acontecimentos no Iraque vêm comprovar aquilo que eu muitas vezes digo, que não se pode afirmar que um povo é mais ou menos evoluído que outros em determinado momento, que só é possível fazê-lo equacionando as oportunidades e os meios disponíveis a este e outros povos conterrâneos e assim comparar estes com os outros e ele mesmo nessa época com as antecedentes e procedentes. Dá-se isto pela simples razão de que cada povo se insere num contexto muito próprio e segue o seu próprio caminho. Portanto, dois povos podem estar num estádio igual das suas histórias e um deles estar em progresso enquanto o outro segue em retrocesso.

Quero com isto dizer o seguinte: a Humanidade em geral pode estar num contínuo clima de evolução tecnológica mas a sua mentalidade amiúde não só não acompanha este movimento como por vezes parece seguir em contra-ciclo. Olhando para a História de forma isenta, imparcial e objectiva, diremos sem a menor ponta de dúvida que a Humanidade está a regredir. Uns povos mais que outros, claro. Vou dar apenas dois exemplos mais gritantes.

A arte é a suprema demonstração das capacidades cognitivas do ser humano mas, ao longo dos tempos, alguns espécimes antropóides não tiveram neurónios para compreender este facto e da sua impossibilidade mental resultou um dos mais estúpidos comportamentos: o vandalismo. Está certo, em todas as sociedades há idiotas que se divertem com a arruaça. Porém, há algumas cujos dirigentes a institucionalizam.

Uns foram (e são) os Talibãs, os paspalhos duns estudantes de Teologia que há anos lembraram-se de faltar às aulas para tomarem o poder e espalharem o terror no Afeganistão. A dada altura, entre outros atentados culturais e como se não bastassem as atrocidades cometidas sobre a população, lembraram-se que os Budas Gigantes de Vale Bamiyan eram uma heresia, uma afronta ao Islão. Vai daí e foi tudo pelos ares. Agora fomos aterrados com as imagens dos palonços do Estado Islâmico a destruirem à marretada estátuas assírias milenares no Museu de Mossul, isto depois de terem dado cabo de túmulos de antiquíssimos reis mesopotâmios e até patriarcas muçulmanos! Nem mesmo mesquitas escapam a esta loucura! E o pior é que dizem-se muçulmanos, como se eles soubessem o que é ser isso. Mas ficaram satisfeitos? Nem por isso. Alegando seguirem ordens do próprio Maomé, arrasaram há dias Nimrud e, ainda insaciada a sua sede de bandidagem, decidiram ir saquear e destruir Hatra!

Pombos amigos. Enquanto orgulhoso português e cristão, envergonho-me com os atentados a outras culturas e credos que os meus antecessores praticaram há séculos e congratulo-me com o facto de agora estarmos mais maduros neste aspecto enquanto povo e repudiarmos tamanhas más acções. Agora esses bandalhos... Até os Nazis roubaram e esconderam obras de arte em vez de as destruir, ainda que muito tivessem desfeito. Os Nazis! As pessoas morrem e a arte é uma garantia de sobrevivência das suas memórias e culturas, coisas que os palonços iconoclastas não compreendem ou não pretendem. A esses, em especial aos membros do Estado Islâmico, eu gostaria de dar dois conselhos. Primeiro, lembrai-vos que a maldição do dano à memória costuma recair sobre quem a pratica. Segundo, se quereis mostrar a vossa grandesa enquanto nação emergente, então exorto-vos à construção de grandes diques e barragens que tornem férteis as vossas terras, de esplêndidas mesquitas, de magníficos palácios, de bons caminhos-de-ferro, portos, estradas, aeroportos e demais infra-estruturas públicas que transmitam um tal brilho que seja capaz de ofuscar as ruínas das épocas passadas. Porém, se o vosso único desejo é destruir coisas antigas, eu mando-vos a um lugar, em especial a sua zona média frontal.

Há dúvidas? O Zé Povinho esclarece-vos.

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!




Fedelhices lagartáceas

Eu sei que já foi há algum tempo mas que é que se há-de fazer? Às vezes as torradeiras também precisam de ir ao médico e, por outro lado, eu não tenho vagar nem pachorra para andar sempre agarrado à Internet.

Perdoem-me os adeptos dos clubes desportivos, em especial os dos mencionados, mas isto tem de ser dito. O Sporting cortou relações com o Benfica, não foi? Pois da mesma maneira que os dirigentes portistas são imensamente soberbos, a direcção sportinguista comporta-se como um menino mimado a quem se nega um chupa-chupa. Gerência após gerência, faz sempre birra a cada passo e por tudo e por nada. As razões são quase sempre menores, fúteis ou vagas. Sem querer dar razão a ninguém e limitando-me apenas a ser objectivo, creio que o Luís Filipe Vieira soou bem mais sensato quando disse que «um bando de arruaceiros incendiou o nosso estádio e nós não cortámos relações com ninguém», neste caso o Sporting, que agora amuou por causa de uma tarja idiota. Há que separar as águas: adeptos são adeptos e dirigentes são dirigentes, uns não são reponsáveis pelos outros e raras vezes se verifica o contrário.

Agora, o Presidente do Sporting foi castigado com 30 dias de suspensão, o que quer que isso queira dizer, por causa do seu comportamento reprovável para com o reponsável pelos equipamentos do Gil Vicente. Rico serviço, e agora? Será que o Sporting vai cortar relações com o clube de Barcelos? Com a Federação? Com a marca dos equipamentos dos gilistas ou com os equipaqmentos em geral? Esperemos que não, senão ainda deparamos com o triste cenário de ver os jogadores entrarem em campo nus, apenas com o corpo pintado.

Olhando para as birras do Bruno Carvalho e outros que tais, é motivo para dizer «cresce e aparece». Um dirigente quer-se acima destas pequenezas. Atitudes assim não dignificam o grande clube que o Sporting é.

Que a caca esteja convosco!



P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Canibais na Casa dos Degredos?

Contaram-me que há dias, no «Big Breda MM LXXXVIII: Casa dos Degredos V, Desafio Final-Mente-A-Fazer-Render-O-Peixe III», duas concorrentes andaram para lá à dentada ou coisa do género. Excelente! Pode ser que se comam todos uns aos outros e que o último concorrente se coma a ele próprio, dando assim um final feliz e de barriga cheia ao programa. (Par o caso do pessoal da T.V.I. não ter percebido a dica, é sinal que não há pachorra para mais... há anos!)

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Temos dito

Os lamentáveis acontecimentos dos últimos dias em França, em particular com o desfecho de hoje, apenas nos permitem afirmar uma coisa: ninguém, muito menos gentinha que se diz muçulmana e nem sabe o que o Islão é, repito, ninguém pode silenciar as opiniões dos outros pois jamais sairá vitorioso. Porquê? Ora, porque...

O pessoal do jornal pode ter exagerado mas lá por não se gostar do que os outros dizem ou fazem, não se vai desatar a matá-los.

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

Justiça de Soares

Há dias atrás, Mário Soares regressou às defesas tão desesperadas quanto misteriosas a José Sócrates. Num artigo de opinião para o Jornal de Notícias, interrogava-se quanto a se não haverá ainda justiça em Portugal. Eu adianto-lhe desde já uma resposta: NÃO, nem por isso. É que se houvesse, ele, Mário Soares, já teria sido preso (outra vez) há muitos e por muitos e longos anos. Diz o povo por aí, que eu de nada sei em concreto.

Que a caca esteja convosco!



P.S.(Não o do Soares e do Sócrates): NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Zarolhos de Água: O Espelho do Engenheiro Humberto

Eu já era para ter feito esta publicação mas nunca consegui encontrar uma imagem decente para comparar senão agora. Não é a melhor mas é o que se pode arranjar.

Alguém se lembra de um anúncio que dava aí há uns tempos, o do Vodafone Negócios em que a empresa exemplificada era a Hubel? Não? Que esquecediços dum camandro... Bom, eu refresco-vos a memória. O
anúncio é este:
















Atentemos no Engenheiro Humberto. A cara não vos é familiar? Então e se eu vos mostrar agora esta outra fotografia, de uma personagem-pau-para-toda-a-obra do «Contra Informação»? E esta, ein? Só o formato da cara, os traços faciais, o nariz abatatado, o intervalo entre os dentes do meio do maxilar superior... É... a cara chapada! Até o corpo entroncado é comum a ambos!

Que podemos nós concluir daqui? É simples e o habitual. Que ou os dois são uma só e a mesma pessoa ou então são dois irmãos gémeos separados à nascença! Há-de haver quem diga que um deles é um homem a sério e que o outro é um boneco, nunca poderiam ser nem a mesma pessoa nem irmãos. Então mas será que ninguém viu o «Fringe» ou o «Sobrenatural» ou coisa do género? Podem muito bem ser versões da mesma pessoa em realidades paralelas, duas versões metamorfoseáveis da mesma pessoa adaptadas a cada plano de realidade ou dois irmãos de características morfológicas que possibilitem uma adaptação física completa às necessidades e características de cada dimensão. É a Teoria da Evolução das Espécies, do Charles Darwin, no seu expoente máximo!

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!



segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Mensagem de Natal do Pombocaca

É verdade, meus caros amigos pombos, estamos novamente naquela época tenebrosa para perus, bacalhaus e polvos. Aqueles dias em que a parvatagem se apodera das pessoas e desatam a gastar o que têm e não têm e a andar à porrada em supermercados e bichas de trânsito. Aqueles dias em que até há quem queira sacar o máximo dos outros em troca do mínimo. Não, não é uma época de caça livre; não, não é uma epidemia de raiva; não, não é época festiva para os gananciosos e avarentos, ou pelo menos não deveria ser. Este, meus caros, é o Natal, a curiosa, peculiar e nada acidental coincidência das festividades pagãs em redor do Solstício Hiemal (o de Inverno) com a celebração do nascimento de Jesus Cristo, aquele pobre bebé deitado numa manjedoura aquecido com o bafo do gado e debaixo de carinhosa vigília da família. Sim, esta é a festa da vida e da família, família esta que engloba até aqueles bichos que para nós se chegam e que nós se não estimamos, deveríamos estimar. Quantas vezes não são eles mais dedicados e fiéis aos humanos, ainda que por eles, nós, com frequência maltratados, do que os humanos entre si. Falamos nós em Humanidade como sinónimo de virtudes mas quantas vezes não vemos entre nós, humanos, despontar os comportamentos e ideais mais asquerosos e repulsivos? Diz-se que a Humanidade é a detentora da razão e que os outros animais são «irracionais». Pois olhando para muitas acções de uns e de outros, amiúde nos interrogamos com quais serão de facto os racionais e os irracionais. Pois se queremos continuar a rotular-nos como «racionais», façamos um esforço por isso. Vamos agir com a razão e também com o coração, pois os dois podem e devem ser conciliados, e banir de nós a impulsividade que faz de nós as bestas que afirmamos não sermos. Sigamos o exemplo daquela família que se uniu numa gélida noite há mais de 2000 anos; o daquele gado que, mesmo não sendo nada àquela gente, compartilhou com ela o meso abrigo e deu-lhes o calor que necessitava para passarem aquela noite; o daquele bebé, que cresceu e espalhou entre nós uma mensagem de esperança. Esqueçamos, nem que seja por agora, o nosso impulso consumista e olhemos para a nossa volta. Façamos deste mundo a eterna arramada que una todos os filhos da criação.

Muita gente (quem é que eu ando a tentar enganar?) deve interrogar-se quanto ao porquê das fotografias de miúdas giras e descascadas que eu deixo junto das mensagens natalícias todos os anos. Logo agora, que é uma época em que costuma fazer frio! Pois bem, eu explico. É para presentear os nossos leitores com um pouco de... calor humano... que é para fazer as senhoras sorridentes com a graciosidade do seu género e os senhores também mas com a graciosidade do género alheio. Tanta falta faz fazer sorrir as pessoas e dar-lhes algum... calor.

Muito boas festas para todos e que a caca esteja com todos vós!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Comunicação em estilo revivalista

Desde há uns anos para cá que a originalidade tornou-se quase uma utopia, é algo raro e difícil de alcançar. Por esta razão, começaram a ser reaproveitados e reinterpretados modelos do passado. Veja-se na televisão, no cinema, na música, na roupa, por exemplo. Na historiografia diz-se que é um revivalismo, embora hoje em dia seja moda chamar-lhe «vintage», como se tudo fosse dos anos «vitge»... Ora até nos meios de comunicação essa moda pegou. Sim, telefones de disco são porreiros, são aliás os melhores de sempre, mas eu refiro-me a algo mais antigo, nomeadamente telégrafos.

Não? Então basta ligarmos o nosso televisor, pelo menos para quem ainda o faz, e constatarmos essa retoma tecnológica, em especial nos programas de qualidade inferior. 

Às vezes não tenho grande remédio senão ter de gramar, como direi, o «Big Breda XIV ou XV: Casa dos Degredos V». Ali vemos gente à fartazana a comunicar com o velho e sempre útil Código Morse, é só «pipipipiiiii prppi pipipiiiii» a toda a hora. Nós é que fazemos figura de parvos a olhar para eles, sem saber o que dizem. Mas aqui o Migas-o-Sapo não quer ninguém banhado na ignorância. Portanto, aqui está o Código Morse.

Agora já não há razões para não compreendermos o que os «concorrentes» dizem. Afinal, quem é que aqui são os ignorantes?

Serviço público de Internet!

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

Olha só...só... Sócrates...

Quem diria, o nosso ex-patrão supremo (sim, porque a chefia do Estado pouco ou nada chefia), José Sócrates, foi detido sob várias acusações, tais como branqueamento de capitais (típico), fraude fiscal (que irónico) e corrupção (clássica). Quando vi a notícia, apenas uma questão me surgiu na cabeça: só agora!?

Independentemente da nossa antipatia por ele, não sejamos idiotas ao ponto de aproveitarmos a ocasião da fraqueza do nosso ex-Primeiro-Ministro para agora desatarmos a bater no morto, em claro sentido figurado, como é óbvio. Deixemos a justiça trabalhar e depois sim veremos se há ou não surpresas. É que o que vimos acontecer não é surpresa nenhuma para ninguém. Depois de tanta suspeição, era de prever que, mais cedo ou mais tarde, isto teria de acontecer. Em rigor, é uma tristeza, não por ele mas por nós.

Que a caca esteja convosco!

P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Bem vindos ao Big Show Pires de Lima!

Quando pensamos que da Assembleia da República só vêm tristes figuras e más notícias e que os políticos só nos fazem chorar ou encher de raiva, eis que o bem-humorado, toldado, mocado ou qualquer que fosse a circunstância Pires de Lima, o nosso ilustre Ministro da Economia, aparece com um conjunto de intervenções fabulosas de tão hilariantes. Já lá vão uns dias, é verdade, mas eu tenho mais que fazer do que espetar os meus olhos num monitor e dar à tecla. Por isso, se tu, pombo amigo, tiveres estado noutro planeta nos últimos tempos, eu mostro-te o que se passou, cortesia da Sociedade Independente de Comunicação.



Às vezes faz falta desanuviar um pouco aquele ambiente insano da Assembleia. Resta saber é se isto serviu para provocar a política ou se foi a política que chegou a isto. Seja o que for, há que dar os parabéns ao senhor ministro pois deve ser dos pouquíssimos políticos que nos fez rir nos últimos 200 anos.

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Demografia e audio-visuais

Há quem diga que os meios de comunicação social, em particular os audio-visuais, estão cada vez mais saturados de cenas capazes de ferir a susceptibilidade dos espectadores mais sensíveis, nomeadamente no que diz respeito a má língua, violência, nudez e sexo. Acerca da linguagem incorrecta e à violência, é, de facto, reprovável a todos os níveis e não existe motivo para tal. Quanto às cenas de nudez e sexo, talvez se lhe possa encontrar uma explicação, por muito absurda que possa parecer à primeira vista. Mas que Diabo, isto é o Pombocaca, não é a revista da National Geographic! Se há baboseira que se possa dizer, diz-se aqui ou a seguir ao Conselho de Ministros!

Antigamente, havia uma elevada taxa de natalidade. A malta até costuma dizer que «não tinham televisão, tinham de se entreter com qualquer coisa». Entretanto, surgiram e difundiram-se o cinema, a televisão, os computadores, a Internet... Tivesse algo a ver ou não, a natalidade diminuiu. Aí há uns anos, os responsáveis de alguns jardins zoológicos da China começaram a aplicar uma técnica para incentivar a reprodução de ursos pandas, em vias de extinção, e teve ela grande sucesso. É que os pandas são muito tímidos e, para os ajudar a vencer essa barreira, os responsáveis começaram a mostrar-lhes cenas de documentários sobre pandas em que era ver os ursinhos no arrefinfanço.

Posto isto, fico eu cá a pensar. Não será esta sobrecarga de erotismo e pornografia nos meios de comunicação social uma estratégia encapotada para incentivar a população à natalidade? Eu cá não sei e se é, pode não dar em nada mas ao menos sempre alegra a vista e incentiva a pinocada ou só que seja a auto-fricção.

Alguém viu o David Attenborough
? Não? Bem me parecia.

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

Ciência Bizarra: «Teoria Científica Que Explica Porque É Que Dizem Que Os Alentejanos São Lentos»

Que é que se há-de fazer, eu adoro livros. Acho que são a mais prática, fácil, duradoura e acessível forma de guardar, difundir e perpetuar o conhecimento. Já alguém viu um livro «crashar», como os informáticos dizem, ou deixar de funcionar por falta de luz? São como a televisão, a Internet e, em última análise, as pessoas: encontra-se neles tudo, desde o mais interessante ao mais enfadonho, do mais correcto ao mais estranho. Tivesse eu mais tempo disponível e mais dedicava a eles. Claro que os meus olhos depois é que se queixam mas já se sabe como é que são os vícios, há sempre um senão.

Há tempos, andava eu a vaguear, em busca de um título interessante nas prateleiras de uma biblioteca e eis que dou de caras com um manuscrito, sim, aquela coisa raríssima que se faz escrevendo à mão, de 30 páginas intitulado «Teoria Científica Que Explica Porque É Que Dizem Que Os Alentejanos São Lentos». E esta, ein? Após uma detalhada explanação dos factores que interagem sobre o objecto de estudo, chega toda a argumentação a um corolário, uma tese sob a seguinte forma:

«(...) um alentejano é tanto mais lento quanto maior for a resultante das forças e factores que sobre ele actuam mais a relação do ritmo de vida do Alentejo comparado com o local de proveniência do forasteiro visitante e a lentidão do Alentejo é directamente proporcional à lentidão do conjunto de todos os alentejanos ou à aparente lentidão dos alentejanos do ponto de vista do forasteiro visitante embora este não contribua em nada para a lentidão do Alentejo e dos alentejanos mas sim para a sua aparente lentidão. Quer isto dizer que só as forças e factores que actuam sobre os alentejanos fazem com que eles sejam lentos. O resto é só aparência devido ao diferente ritmo de vida de, por exemplo, Serpa e Coimbra.»

Muito bem.

Que a caca esteja convosco!


P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

Pão Por Deus e Dia das Bruxas

Estamos a chegar a mais uma época festiva dos Santos e mais uma vez deixo aqui o apelo. Não nos esqueçamos daquilo que é nosso, puro e original. Lembremo-nos da nossa festa dos bolinhos ou do pão por Deus, festividade de raízes muito antigas e com origem nos tempos das culturas pré-romanas em que os vivos iam deixar oferendas aos seus entes queridos mortos e outros, normalmente os mais pobres, pediam pão como paga para rezarem pelas almas desses. Séculos após séculos, numerosas gerações de crianças (pois a uma criança não se nega pão) vagueavam pelas ruas e campos a pedir para depois, no dia 2 de Novembro, Dia dos Fiéis Defuntos e, como consta em alguns documentos antigos, «Dia do Pão Por Deus», repartir pelos mais carenciados, com frequência os próprios.

Hoje em dia, há quem diga que devia ser Natal todos os dias. Na realidade, bêque-me é mas é Carnaval todos os dias. O costume anglo-saxónico e fortemente americanizado e comercializado do Dia das Bruxas veio fazer tábua rasa sobre esta antiga tradição nossa. Agora, em vez de gaiatos a pedir bolinhos ou pão por Deus, temos bandos de pirralhos disfarçados de criaturas das trevas a pedir doces sob a ameaça de pregar alguma partida. Muito bem, temos aqui as bases dum curso para futuros chantagistas e os diabetes agradecem tanto açúcar.

Já sabes como é que é. Se veres alguém disfarçado de bruxa ou de Drácula «à lá Christopher Lee», aplica-lhes uma bolinhada na abóbora que é para lhes... derreter as calorias!

Que a caca esteja convosco!

P.S.: NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO!!!

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AVISO IMPORTANTE: DADO O ELEVADO TEOR EM EXCREMENTOS CORROSIVOS, NÃO SE RECOMENDA A VISUALIZAÇÃO DESTE BLOG EM DOSES SUPERIORES ÀS ACONSELHADAS PELO SEU MÉDICO DE FAMÍLIA, PODENDO OCORRER DANOS CEREBRAIS E CULTURAIS PROFUNDOS E PERMANENTES, PELO QUE A MESMA SE DESACONSELHA VIVAMENTE EM ESPECIAL A IDOSOS ACIMA DOS 90 ANOS, POLÍTICOS SUSCEPTÍVEIS, FREIRAS ENCLAUSURADAS, INDIVÍDUOS COM FALTA DE SENTIDO DE HUMOR, GRÁVIDAS DE HEPTAGÉMEOS E TREINADORES DE FUTEBOL COM PENTEADO DE RISCO AO MEIO. ISTO PORQUE...

A CACA DE POMBO É CORROSIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!