
quarta-feira, 12 de maio de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Encantos da malandrice literária: «Os Três Mosqueteiros»

Há dias atrás, aproveitei uma viagem de necessidade (não de necessidades, está bem?) para, num pulinho, ir a um alfarrabista e matar um desejo de juventude. Lá aquiri dois exemplares. Um foi «O Livro da Primeira Classe», um belíssimo exemplar cheio de bons exemplos e ilustrações de luxo como poucos títulos badalados se imprimem hoje em dia. Que pena tenho eu de não ter por um destes aprendido os rudimentos da escrita... O outro é um clássico de sempre: «Os Três Mosqueteiros», obra-prima de Dumas Davy de la Pailleterie, mais conhecido como Alexandre Dumas (Pai). Tive uma professora que costumava dizer:
«Há dois livros que todos os adolescentes devem ler antes de se tornarem adultos, sob pena de se arrependerem ao descobrirem o que perderam na vida: «As Aventuras de Dom Quixote» e «Os Três Mosqueteiros».»
Agora que, finalmente, tenho a graciosa honra de ler o segundo destes nomes, alegro-me com a história e descubro certas peculiaridades que, aos nossos olhos, se revelam malandrecas quanto baste. A tradução não é das melhores, pelo menos a partir daí da página 500 ou coisa assim, mas há elementos que não se perdem com meras adaptações linguísticas.
Bem sei que isto é anacrónico, não faz sentido aplicar no século XIX esta piadola mas não deixa de ser uma coincidência espantosa no que eu reparei ao acabar de ler o vigésimo nono capítulo. Tal não foi o meu espanto quando, virando a página, dei de caras com o trigésimo capítulo, que tem como cabeçalho
XXX
Milady
Quem diria que, mais de um século depois, isto pudesse dar azo a interpretações alternativas...
Há uma página brasileira (eu sei, enfim, o que é que se há-de fazer) onde se lê um comentário brilhante e cómico sobre o livro, em
Talvez por aqui se compreenda como é que, sem dizer «água vai» e nem apelo nem agravo, damos de caras com a cena do D'Artagnan a fugir meio despido quarto fora à frente da quase nua e de punhal em riste Milady de Winter. Dá que pensar, meus caros.
Que a caca esteja convosco!
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Ai o meu rico escudo!

Anda por aí uma veia nostálgica de gente que suspira com a memória da boa velha moeda portuguesa. Isto é o que alguns dizem porque, na realidade, o euro nunca foi desejado pela quase totalidade da população. Devo recordar que foi bastante pedido em tempos um referendo à moeda única mas que o Governo, na altura ao encargo do Guterres (e, apesar de tudo, não temos nós saudades dele?), recusou a proposta. Humm... talvez porque só se referendem parvoíces, os referendos tenham caído no mais profundo descrédito.
Bem, como eu ia dizendo, o escudo, sim, a boa velha moeda, não muito forte, nem de perto nem de longe, mas estável. Diz-se que se tornou a unidade monetária em 1911 mas poucos sabem que é muito mais antiga que isso. Já antes da pandilha anarco-maçónica conhecida por republicanos (note-se que eu não tenho orientação nem preferência política, apenas falo dos factos da época) ter tomado o poder, o escudo circulava. Em tempos anteriores ao sistema métrico, um escudo era o equivalente a quatro cruzados, isto é, 1600 reis, mas desde o tempo d'El-Rei Dom Duarte que se cunhavam escudos e meios-escudos de ouro. Mais tarde, com a adopção do sistema métrico, passou a corresponder a 1000 reis. Depois de ser unidade, circulou a par do rei durante cerca de 20 anos. Teve uma existência conturbada e de contínua desvalorização mas nós afeiçoámo-nos a ele e o seu desaparecimento levou à aniquilação de toda uma vasta tradição de séculos. Alguma vez os moços de agora sabem o que é um conto, um tostão ou um centavo? Que raio vem a ser um vintém ou uma milena? Nem falo em mais senão os gaiatos entram em curto-circuito!
A par deste desaparecimento, ficamos entregues a uma moeda estrangeira. Prometeram-se mundos e fundos: que íamos ter salários e reformas iguais aos dos grandes países europeus, que os preços seriam iguais em toda a União Europeia e a qualidade de vida seria superior, que faríamos frente ao dólar e blá blá blá... Que se cumpriu nisto tudo? Tal como eu disse naqueles dias passados que aconteceria: nada! E depois é o que se previa. Os bancos centrais dos países perderam poderes e os governos capacidade de se ajustarem às circunstâncias jogando com a moeda própria. Em suma, se um ou dois países estão mal, arrastam os outros consigo pois todos partilham a mesma moeda e, no geral, mercado. E agora pergunto eu: tendo em conta os escassos anos que temos de euro e o que tem sucedido, como podem as pessoas não desejar de volta escudos, pesetas, francos, marcos, liras e outras que tais?
Os políticos da treta que temos e os pseudo-economistas de meia tigela esqueceram-se do mais evidente. Isto não são os Estados Unidos da América, é um conjunto de múltiplos países, alguns deles divididos por culturas distintas, nações com pouca ou nenhuma relação umas com as outras. Cada país tem as suas características intrínsecas e era mais que óbvio que o modelo de moeda única (tal como o do estado federal, já agora) seria inviável.
Tal como há dez anos, eu sou absolutamente contra o euro. Moeda portuguesa é o escudo e mais nada e custou-me o seu desaparecimento acima de tudo pelo símbolo de independência que era. Às vezes interrogo-me se ainda seremos, de facto, independentes. Seremos?
Escudo, por amor de Deus, volta!!!
PELO ESCUDO!
POR PORTUGAL!
E já que aproveito a ocasião, NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO(do qual falarei em breve)!
Que a caca esteja convosco!
Bem, como eu ia dizendo, o escudo, sim, a boa velha moeda, não muito forte, nem de perto nem de longe, mas estável. Diz-se que se tornou a unidade monetária em 1911 mas poucos sabem que é muito mais antiga que isso. Já antes da pandilha anarco-maçónica conhecida por republicanos (note-se que eu não tenho orientação nem preferência política, apenas falo dos factos da época) ter tomado o poder, o escudo circulava. Em tempos anteriores ao sistema métrico, um escudo era o equivalente a quatro cruzados, isto é, 1600 reis, mas desde o tempo d'El-Rei Dom Duarte que se cunhavam escudos e meios-escudos de ouro. Mais tarde, com a adopção do sistema métrico, passou a corresponder a 1000 reis. Depois de ser unidade, circulou a par do rei durante cerca de 20 anos. Teve uma existência conturbada e de contínua desvalorização mas nós afeiçoámo-nos a ele e o seu desaparecimento levou à aniquilação de toda uma vasta tradição de séculos. Alguma vez os moços de agora sabem o que é um conto, um tostão ou um centavo? Que raio vem a ser um vintém ou uma milena? Nem falo em mais senão os gaiatos entram em curto-circuito!
A par deste desaparecimento, ficamos entregues a uma moeda estrangeira. Prometeram-se mundos e fundos: que íamos ter salários e reformas iguais aos dos grandes países europeus, que os preços seriam iguais em toda a União Europeia e a qualidade de vida seria superior, que faríamos frente ao dólar e blá blá blá... Que se cumpriu nisto tudo? Tal como eu disse naqueles dias passados que aconteceria: nada! E depois é o que se previa. Os bancos centrais dos países perderam poderes e os governos capacidade de se ajustarem às circunstâncias jogando com a moeda própria. Em suma, se um ou dois países estão mal, arrastam os outros consigo pois todos partilham a mesma moeda e, no geral, mercado. E agora pergunto eu: tendo em conta os escassos anos que temos de euro e o que tem sucedido, como podem as pessoas não desejar de volta escudos, pesetas, francos, marcos, liras e outras que tais?
Os políticos da treta que temos e os pseudo-economistas de meia tigela esqueceram-se do mais evidente. Isto não são os Estados Unidos da América, é um conjunto de múltiplos países, alguns deles divididos por culturas distintas, nações com pouca ou nenhuma relação umas com as outras. Cada país tem as suas características intrínsecas e era mais que óbvio que o modelo de moeda única (tal como o do estado federal, já agora) seria inviável.
Tal como há dez anos, eu sou absolutamente contra o euro. Moeda portuguesa é o escudo e mais nada e custou-me o seu desaparecimento acima de tudo pelo símbolo de independência que era. Às vezes interrogo-me se ainda seremos, de facto, independentes. Seremos?
Escudo, por amor de Deus, volta!!!
PELO ESCUDO!
POR PORTUGAL!
E já que aproveito a ocasião, NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO(do qual falarei em breve)!
Que a caca esteja convosco!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Drácula, o «Homo-Casamenteiro»

Ultimamente têm havido dois grandes motivos de falatório que têm em comum o facto de serem coisas sem sentido: nada mais nada menos que vampiros e casamentos homossexuais. Achas que não? Então olha só.
Vampiros, aqueles sujeitos dentuças que esmordincam os pescoços das pessoas para lhes chupar o sangue e assim garantir uma vivência perpétua em constante maldição. Argumento muito bom para séries e filmes de gajinhas à pancada, do género de «Buffy, Caçadora de Vampiros», mas que se baseia em crenças fomentadas na Idade Média. Crenças estas com fundamento, verdade seja dita. Por um lado, temos personalidades aberrantes, como a de Vlad V, o «Empalador», Príncepe da Valáquia conhecido como Vlad Drácula, ou de Isabel Báthory, a «Condessa Sanguinária». Por outro temos doenças mentais extremas ou enfermidades corporais como a raiva (note-se que o morcego é um forte transmissor) ou a mais invulgar porfiríase. De resto, aqueles tipos chupistas com grandes caninos e que se derretem com a luz do Sol… lamento, fãs, mas mão existem… acho eu…
De igual modo, e desta tenho eu a certeza, não existem casais nem casamentos homossexuais. Falar em casais ou casamentos homossexuais é um contra-senso etimológico pois um casal para ser casal tem de ter obrigatoriamente um indivíduo de cada sexo. Quanto muito, na presença de dois indivíduos do mesmo sexo, poderemos falar de uma parelha ou coisa do género. Por consequência, jamais se pode falar em casamento homossexual pois não existe casamento nem homossexual nem heterossexual, apenas casamento. Designação menos incorrecta possível: sugiro pacto marital ou algo parecido. Parece-me, para além disso, igualmente contra-sensual a exigência por parte dos homossexuais em quererem igualdade em relação aos heterossexuais quando eles se afirmam diferentes. Como é possível haver igualdade entre algo que é diferente? Não seria mais acertada a existência de regulamentação própria para cada caso? Pois é…
Acabo aqui com um pedido à comunicação social. Por favor, a sério, já chega de insistir em casórios revirados e séries, filmes e livros de vampiros! Ninguém suporta tanto!!! Estamos quase em overdose!!!
Que a caca esteja convosco! Até com os homossexuais, que eu não tenho nada contra eles. Já com os vampiros não digo nada.
Vampiros, aqueles sujeitos dentuças que esmordincam os pescoços das pessoas para lhes chupar o sangue e assim garantir uma vivência perpétua em constante maldição. Argumento muito bom para séries e filmes de gajinhas à pancada, do género de «Buffy, Caçadora de Vampiros», mas que se baseia em crenças fomentadas na Idade Média. Crenças estas com fundamento, verdade seja dita. Por um lado, temos personalidades aberrantes, como a de Vlad V, o «Empalador», Príncepe da Valáquia conhecido como Vlad Drácula, ou de Isabel Báthory, a «Condessa Sanguinária». Por outro temos doenças mentais extremas ou enfermidades corporais como a raiva (note-se que o morcego é um forte transmissor) ou a mais invulgar porfiríase. De resto, aqueles tipos chupistas com grandes caninos e que se derretem com a luz do Sol… lamento, fãs, mas mão existem… acho eu…
De igual modo, e desta tenho eu a certeza, não existem casais nem casamentos homossexuais. Falar em casais ou casamentos homossexuais é um contra-senso etimológico pois um casal para ser casal tem de ter obrigatoriamente um indivíduo de cada sexo. Quanto muito, na presença de dois indivíduos do mesmo sexo, poderemos falar de uma parelha ou coisa do género. Por consequência, jamais se pode falar em casamento homossexual pois não existe casamento nem homossexual nem heterossexual, apenas casamento. Designação menos incorrecta possível: sugiro pacto marital ou algo parecido. Parece-me, para além disso, igualmente contra-sensual a exigência por parte dos homossexuais em quererem igualdade em relação aos heterossexuais quando eles se afirmam diferentes. Como é possível haver igualdade entre algo que é diferente? Não seria mais acertada a existência de regulamentação própria para cada caso? Pois é…
Acabo aqui com um pedido à comunicação social. Por favor, a sério, já chega de insistir em casórios revirados e séries, filmes e livros de vampiros! Ninguém suporta tanto!!! Estamos quase em overdose!!!
Que a caca esteja convosco! Até com os homossexuais, que eu não tenho nada contra eles. Já com os vampiros não digo nada.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Ah, o Natal...

Pois é, meus amigos, estamos na mais bela época do ano, aquela em que faz um delicioso frio do caneco na rua e todos os que podem agasalham-se ou levam agasalho aos menos afortunados. Aquela em que, se as nossas diminutas bolsas o permitirem, nos empanturramos de bacalhau, couve, polvo, peru e toda uma vasta gama de doces. Aquela, sim, aquela mesma, em que as famílias se reúnem, nem que seja esta a única vez no ano. É isso, é o Natal!
Falemos a sério nós aqui também pelo menos uma vez no ano (tirando aquela da Restauração ou a outra da Isabel Alçada e a da Maitê Proença e a do... enfim, deixemo-nos de paleio e falemos mesmo a sério), esqueçamos, por amor de Deus, esta febre consumista que nos afecta as mioleiras e as carteiras nesta época. O Natal não são compras nem luzinhas estrambólicas a catrapiscar nas janelas, portas e varandas; não é um pretexto para ficarmos na penúria monetária e mental; não é apenas uma mesa posta com comida que vai sobrar para meio ano e filmes infantis entremeados com circo e espectáculos de beneficiência. O Natal é a festa da vida e da união fraterna, da paz e do amor universal. É a celebração do nascimento de Jesus Cristo e não da chegada do Pai Natal às árvores apimbalhadas. Esqueçamos as conotações religiosas do motivo, se forem empecilho à concórdia, e reparemos no essencial: família! Todos somos irmãos e devemos estar unidos agora e todo o ano.
Porém, cuidado com os larápios. Quanto a isso, deixo aqui o aviso do costume. Se vires um barbudo gordalhofo a entrar-te pela chaminé adentro, vais dar-lhe leitinho e biscoitos, não?
Que a caca esteja convosco... e feliz Natal a todos!
P.S. (nada a ver com a Pandilha do Sócas):Imaginemos as protagonistas da imagem com coroas e turbantes, como os Reis Magos... ou sem eles...
Porém, cuidado com os larápios. Quanto a isso, deixo aqui o aviso do costume. Se vires um barbudo gordalhofo a entrar-te pela chaminé adentro, vais dar-lhe leitinho e biscoitos, não?
Que a caca esteja convosco... e feliz Natal a todos!
P.S. (nada a ver com a Pandilha do Sócas):Imaginemos as protagonistas da imagem com coroas e turbantes, como os Reis Magos... ou sem eles...
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Restauração?

Dia 1 de Dezembro, sim senhor, Dia da Restauração da Independência! Em 1640, dava-se a derradeira reacção a 60 anos de exploração e agressões por parte dos grandes senhores de Castela e à morte anunciada do nosso notável e porém enfraquecido reino num fantástico golpe de Estado quase limpo: apenas duas mortes. Ah, valentes!
Isso faz-me lembrar que a oportunidade é boa para fazer uma comparação com os nossos dias.
Nas Cortes de Tomar, em 1581, o Rei Filipe I (II de Espanha) foi obrigado a jurar os célebres «Vinte e Cinco Capítulos» se queria ser legitimado no trono e aclamado. é verdade que os seus descendentes os desrespeitaram mas vamos vê-los em resumo:
- respeitar os usos, costumes, leis e privilégios de Portugal;
- os cargos públicos seriam sempre ocupados por portugueses, que também poderiam desempenhar funções idênticas em Espanha;
- o comércio com a Índia e a Guiné era exclusivo de portugueses;
- o herdeiro ao trono seria criado em Portugal;
- a língua portuguesa seria mantida;
- continuaria a circular moeda própria;
Vejamos agora, ponto a ponto, a situação actual:
- usos e costumes deturpados e leis da União Europeia que prevalecem sobre as portuguesas;
- os cargos públicos continuam a ser ocupados por portugueses (ao menos isso, embora hoje qualquer estrangeiro, mediante certos requisitos, possa abraçar a nacionalidade portuguesa);
- nem o comércio em Portugal é exclusivo de portugueses, quanto mais...;
- o herdeiro ainda é educado em Portugal, se bem que nada herde;
- a língua portuguesa manteve-se, ainda que deturpada e queiram corromper a escrita com um acordo que nunca existiu e que a abrasileiriza toda, isto já para não falar na enchente de estrangeirismos usados e da valorização da aprendizagem de línguas estrangeiras;
- já não há sequer moeda própria!
Isto leva-me a pensar se não fará falta uma Segunda Restauração...
Que a caca esteja convosco!
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Uma Aventura no Governo
Pasmemo-nos! O nosso «amigo» Sócrates optou por uma operação de charme e convidou, imagine-se, Isabel Alçada para Ministra da Educação! Até fico com pena da popular co-autora da série «Uma Aventura». É que vai ter uma tarefa decerto árdua e ingrata. Avaliação dos professores, estatuto da carreira docente e do aluno, escolas a fechar, falta de dinheiro, escolaridade obrigatória até ao 12º ano... que loucura! E agora, com esta coisa dos casamentos dos homossexuais, já imagino a coisa: agora há cestinhos de preservativos à disposição dos alunos mas qualquer dia ainda vamos ter distribuição gratuita de pornografia homossexual nas escolas. Ó socas, não te ponhas a pau, não...
O estado do ensino é ruinoso. Os Magalhães não resolvem problema nenhum e isso é facilmente comprovado com uma prova de conhecimentos. Veja-se, por exemplo, um antigo aluno do tempo da outra senhora, o Estado Novo e não a Manuela Ferreira Leite, que faz contas de cabeça e sabe a tabuada na ponta da língua. Em contra-partida, temos o pessoal dos supermercados Continente, que faz publicidade a coisas que valem refeições de apenas 4 euros (800$00) mas, fazendo as contas, vemos que aquilo custa tudo bem mais. Claro que não é publicidade enganosa, longe de mim pensar isso, eles jamais o fariam (não é verdade?), isto é sim uma prova da má qualidade da instrução: 12 anos na escola para nem saberem fazer contas.
Uma coisa é certa. A Dona Isabel ou vai ficar nas boas graças de todos e com o Sócrates de trombas ou vai arruinar de todo a sua cândida e graciosa imagem. Para todos os efeitos, vai ser uma verdadeira e crê-se breve aventura no Governo.
P.S.: Nem imagino uma versão taralhoca...
Que a caca esteja convosco!

O estado do ensino é ruinoso. Os Magalhães não resolvem problema nenhum e isso é facilmente comprovado com uma prova de conhecimentos. Veja-se, por exemplo, um antigo aluno do tempo da outra senhora, o Estado Novo e não a Manuela Ferreira Leite, que faz contas de cabeça e sabe a tabuada na ponta da língua. Em contra-partida, temos o pessoal dos supermercados Continente, que faz publicidade a coisas que valem refeições de apenas 4 euros (800$00) mas, fazendo as contas, vemos que aquilo custa tudo bem mais. Claro que não é publicidade enganosa, longe de mim pensar isso, eles jamais o fariam (não é verdade?), isto é sim uma prova da má qualidade da instrução: 12 anos na escola para nem saberem fazer contas.
Uma coisa é certa. A Dona Isabel ou vai ficar nas boas graças de todos e com o Sócrates de trombas ou vai arruinar de todo a sua cândida e graciosa imagem. Para todos os efeitos, vai ser uma verdadeira e crê-se breve aventura no Governo.
P.S.: Nem imagino uma versão taralhoca...
Que a caca esteja convosco!
domingo, 25 de outubro de 2009
Resposta à Proença (brazuca, não o árbitro)
Eu sei que havia muito tempo que não dava sinais de vida mas recebi isto e achei tão genial que não posso deixar de a repassar a todos, aqui mesmo via-pombo! Espero que o autor não se importe:“Cara Maitê,
Acabei de ver o teu vídeo a pedir desculpa aqui à malta de Portugal!!
Tudo jóia miúda.. já vi que és uma garota "légál" e brincalhona, por isso, sei que não levas a mal se te tratar por tu...já somos amigos!!
Sabes que há uns anos atrás, quando te vi pela primeira vez, soube logo que tu tinhas dois avôs portugueses!! Essa tua beleza tinha de vir de algum lado né?
Neste momento sinto-me envergonhado de nós (Portugueses) termos ficado tão ofendidos com aquele documentario!! Afinal de contas, o pessoal brazuca é show de bola.. é sempre em festa!! Qual é o problema de um grupo de brasileiras brincarem e gozarem com "gajos" como o Camões e o Vasco da Gama, escarrar para um lago de um Mosteiro que é património mundial, deitar a baixo uma pessoa que não sabia resolver um problema no computador, que pelo que entendi, tu também não sabias resolver ... qual é o stress?? Na boa, tudo "légál", show de bola garota...
Sabes o que me lembrei???
Até era giro a malta combinar, tu falares com esse teu amigo camera man e fazemos o seguinte: Eu levo daqui o Rui de Carvalho (um conceituado actor aqui de Portugal) aí ao Brasil e a malta faz um filme caseiro com este guião:
1º Filmamos o Rui a mijar para os pés do Cristo Redentor e a fazer um V de Vitória como que a afirmar : "estou-te a mijar para os pés e tu não podes fechar os braços para me impedir... estás a ver quem manda ó 7ª maravilha do mundo??"
2º Outra imagem era o Rui num restaurante a fazer o seguinte pedido: "Oh garçon, arranja-me aí uma dose de Presidente recheado com arroz de coentros (caso não tenhas entendido ele iria pedir Lulas recheadas)..."
3º Também era "légál", o Rui gozar um bocado com a vossa história, mas infelizmente, não vai dar porque não é fácil encontrá-la... Espera lá! Já sei... arranjamos um barco e o Rui veste-se de conquistador Português a desembarcar no posto 9 em Ipanema gritando o seguinte: "Quem sois vós minhas popozudas de fio dental?? E vós seus boiólas de sunga?? Que estaides a fazer assim vestidos na terra que eu descobri??? Ide-vos vestir e de seguida ide trabalhar para os campos a apanhar cana de açúcar que é para isso que vocês servem!! (esta é show, não é Maitê??)
4º Para acabar, o Rui faz um discurso à frente da estátua do Pélé a dizer: "sabem para que é que este "preto" era bom?? para limpar os escarros que os vigaristas dos brazucas mandam para os lagos dos nossos mosteiros lá em Portugal!"
Vôcê curtiu a ideia Maitê??? Pensei que seria falta de respeito e de educação fazer uma coisa deste género de um país que não é o meu, mas afinal, é uma coisa normal como tu dizes.. é brincadeira.. isto há brincadeiras do carago (como se diz no norte cá da terra)!
Ah é verdade... muito importante...Depois vendemos isto à rede Globo e eles transmitem isto em horário nobre... Aposto que o Brasil vai ficar inundado em lágrimas de tanto rir!! Afinal de contas como tu disseste, o povo brasileiro, é muito brincalhão! De certeza que vai aceitar que um "manézinho" vá aí à tua terra gozar com a tua pátria!!
Um beijo pá..
E aparece mais vezes cá em Portugal. Tenho uma brincadeira que adorava fazer contigo, mas não te conto agora... pronto está bem, eu conto... era esfregar 3 pasteis de nata (aqueles que tu comeste) na tua cara!! Deve ser mesmo o teu género de brincadeira... afinal de contas tu és tão bem humorada! É verdade, traz as tuas amigas do programa porque há pasteis para todas!!
Beijos pá
Frederico
Nota: Usei o nome de Rui de Carvalho sem qualquer desrespeito à sua pessoa, antes pelo contrário, é um símbolo do nosso país daí ser a pessoa exacta para ironizar esta situação.
Outra chamada de atenção que quero fazer, será o facto de usar a expressão "preto" no ponto 4º. não terá qualquer intenção racial subjacente ...será uma forma de ironizar a desplicência com que Maitê trata de alguns temas. Longe de mim querer magoar qualquer tipo de raça...”
Como diria outro grande portuga:"E esta, hein?"
Que a caca esteja convosco!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Bobagem Total!
Ai, ai...
O Verão acabou... ao menos veio o Outono! Mas não chove... que chatice... que seca...
Passaram as eleições e ficou quase tudo na mesma... Era de esperar... Talvez a única novidade foi o pobre coitado do Ermelo que levou o tiro do candidato do P.S. à junta. Para quê isto? Que estupidez!
O Mundo continua louco, como é costume. Vê-se e ouve-se cada coisa... Guerras parvas, crimes marados, patacoadas de fazer os mortos darem voltas nos túmulos... Até o Obama ganhou o Prémio Nobel da Paz sem ter feito um corno.
Está tudo tão doido que até fico a pensar se estarão todos doidos e eu são ou eu doido e os outros sãos. Se eu fosse brasileiro diria que isto é uma grande bobagem. Espera lá, eu disse «bobagem»? Oh, não...
Ah, bons serões de gente a ir à água... Até isto se acabou. Para quando o regresso? Por enquanto temos de nos contentar com uns vídeos. Neste caso, é o tema «Tutti Frutti Summer Love» do muito marado sueco Günther e das Sunshine Girls. Pois é, se alguém reparar bem na moçoila da direita, verá que não foi à toa que escolheram este tema para a música da bobagem no «Salve-se Quem Puder». Dica: irmã meia gémea quase siamesa da Diana Chaves? Então e a pinta do magano armado em Banderas? Mortal! Oh, bolas, eu disse «bobagem» outra vez!
Que a caca esteja convosco!
O Verão acabou... ao menos veio o Outono! Mas não chove... que chatice... que seca...
Passaram as eleições e ficou quase tudo na mesma... Era de esperar... Talvez a única novidade foi o pobre coitado do Ermelo que levou o tiro do candidato do P.S. à junta. Para quê isto? Que estupidez!
O Mundo continua louco, como é costume. Vê-se e ouve-se cada coisa... Guerras parvas, crimes marados, patacoadas de fazer os mortos darem voltas nos túmulos... Até o Obama ganhou o Prémio Nobel da Paz sem ter feito um corno.
Está tudo tão doido que até fico a pensar se estarão todos doidos e eu são ou eu doido e os outros sãos. Se eu fosse brasileiro diria que isto é uma grande bobagem. Espera lá, eu disse «bobagem»? Oh, não...
Ah, bons serões de gente a ir à água... Até isto se acabou. Para quando o regresso? Por enquanto temos de nos contentar com uns vídeos. Neste caso, é o tema «Tutti Frutti Summer Love» do muito marado sueco Günther e das Sunshine Girls. Pois é, se alguém reparar bem na moçoila da direita, verá que não foi à toa que escolheram este tema para a música da bobagem no «Salve-se Quem Puder». Dica: irmã meia gémea quase siamesa da Diana Chaves? Então e a pinta do magano armado em Banderas? Mortal! Oh, bolas, eu disse «bobagem» outra vez!
Que a caca esteja convosco!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Fodavone?
Há um anúncio da Vodafone que me tem deixado, no mínimo, preocupado. Vêem-se umas quantas pessoas, em várias circunstâncias e lugares, a ver televisão. De repente PUF! Fez-se o Chocapic, ou seja, uns transforma-se numa explosão de penas ou pipocas, outros de pós coloridos. Fica aqui a pergunta: quererá a Vodafone angariar clientela ou afugentá-la? É que fica no ar a ideia de que quem vê televisão explode. Pior ainda, há um homem que aparece a comer as pipocas em que se transformou a mulher que o acompanhava, que é o mesmo que ele aparecer a comer a companheira. Que é isto? Pornografia em horário nobre? Incentivo ao canibalismo? «Snuf XXX»? Já sei: se queres comer alguém, liga-te à Vodafone e vê televisão com ela.
Mais nada!
Que a caca esteja convosco!
Mais nada!
Que a caca esteja convosco!
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Zarolhos d'Água: O Espelho da Gaivota
Antes de mais, devo dizer que estes zarolhos são diferentes do costume pois aqui sabemos logo à partida que não há irmãos mas um só sujeito.
Quem não se lembra do bom velho faducho da Amália, «A Gaivota»? Se alguém não se lembra, eu avivo a memória com este vídeo:
Quem não se lembra do bom velho faducho da Amália, «A Gaivota»? Se alguém não se lembra, eu avivo a memória com este vídeo:
Pois nos últimos anos, este quase esquecido tema tornou-se uma moda. Recentemente, Sónia Tavares, dos «The Gift», apareceu com uma versão nova toda para a frentex, esta mesma:
E então? Qual a espectacularidade disto tudo? Bem... quase nenhuma. Aqui não há margem para dúvidas: a música é mesmo a mesma. As interpretações é que diferem. Consequências dos tempos.
Pessoalmente, eu prefiro o meio-irmão gémeo falso quase siamês praticamente esquecido desta música da Mestra Amália, uma versão que os «Íris», a famosa banda rock tradicional algarvia, fizeram há uns anos atrás. Aqui está um excerto deles com a Ensemble Petrov, durante a Semana Académica de Faro de 2007. Tenho pena de não estar disponível o solo em guitarra eléctrica e violino a abrir o tema.
É potente, não é?
Agora toca a descobrir as semelhanças e diferenças.
Que a caca esteja convosco!
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Maçonaria ou Moços-Maria?

De vez em quando fala-se da Maçonaria e muitos de nós ficamos a pensar «mas que raio é isso?» Boa pergunta. O que a generalidade das pessoas sabe é que é uma sociedade secreta onde os membros se reúnem e usam avental.
O simples facto de ser uma sociedade secreta mete-me muita espécie. Como é que há-de ser secreto algo que se sabe o que é, quem o dirige, quem são muitos dos membros e que até tem escritura pública? De facto, a única coisa que não se sabe é o que é que eles fazem. Ora se Portugal é um país livre, o que fazem eles que precise de ser feito às escondidas?
Fica aqui a dúvida: será que o que eles realmente fazem é cozinhados em segredo para não revelarem as receitas das iguarias? Mas se assim é, porque é que não usam colheres de pau? Não me cheira a cozinhados... Há quem fale em conspirações mas eu acho que para isso escusavam de usar avental. Talvez a solução para o enigma esteja na dita peça de vestuário. Coisas às escondidas, em segredo e com aventais todos coloridos... cheira-me sim é a jogadas de bastidores... Perdoem-me os mações que eu posso estar enganado mas isto tem tudo um aspecto muito abichanado e se não é... parece.
Que a caca esteja convosco!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Monstro da Estrada III

Pois é, meus caros colegas de pombal, aqui o Migas-o-Sapo não teve outro remédio senão lançar-se aos livros outra vez e fazer os condutores e peões abrirem alas para ele passar. Como os carros são por mim inconduzíveis, reconheço, dediquei-me à condução de relíquias sobre duas rodas até 50 centímetros cúbicos. Resultado: à terceira tentativa, já cá canta a licença! Agora, aqui ficam dois avisos:
1 - Casaleiros, macaleiros, famel-zundappeiros e similares nacionais e estrangeiros, aqui está mais um pombo dos vossos para fazer grandes cagadas nas estradas, devagarinho, claro, que anda para aí muito maluco na brasa e o bicharoco já é velhinho.
2 - O resto do pessoal que se ponha a pau pois agora há um novo perigo à espreita em cada estrada nacional.
Vou tentar portar-me bem, vamos lá ver!
Que a caca esteja convosco!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Que foi que eu disse?
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Dólar mocado

Saíu hoje a notícia estranhíssima de que se suspeita de que cerca de 20% das notas de dólar possua vestígios de cocaína. Portanto não admira que os Amaricanóides da Treta sejam malucos e os ricos mais que os pobres, estão todos a curtir grandes tripes! Se o Bloco de Esquerda descobre... rendem-se logo ao capitalismo e adeus comunismo trotsquista.
sábado, 15 de agosto de 2009
Máscara Anti-Gripe A
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
O petróleo vai acabar... IUPIII!!!
Que o José Rodrigues dos Santos é um jornalista de categoria já todos nós sabíamos. Também sabíamos que faz romances de boa qualidade a uma velocidade estonteante. (A sério, eu estou a fazer um pseudo-conto de fadas há anos e ele num só ano lança uns dois ou três calhamaços!) Mas agora pergunto, até que ponto é que o homem não nos espeta umas valentes verdades no meio te tanta ficção?
Alguém se lembra daquela coisa no «Codex 632» em que ele falava acerca da possibilidade do Cristóvão Colombo ser português, espião ao serviço de Dom João II e nem se chamar Cristóvão Colombo. Vamos lá ver uma coisa: quem é que se chamaria Colombo? Alguém que tivesse o seu nalguedo no meio das costas?
Outro bom exemplo é o da teoria segundo a qual aquele aumento do preço do petróleo há tempos ter sido uma jogada dos produtores para arrecadar mais uns tostões uma vez que, na realidade, o petróleo não existiria por mais umas quantas décadas, como se dizia, mas estava mesmo a acabar.
Hoje saiu a notícia de que os poços ultrapassaram a sua capacidade produtiva e que talvez não haja muito mais para tirar, pelo que daqui por uns 10 aninhos, mais coisa menos coisa, estará tudo mais enxuto que uma ribeira algarvia no Verão.
Então não é que o sacana do José Rodrigues dos Santos tinha mesmo razão?
Digo-vos, ainda há um mês comprei uma Casal, relíquia de motorizada, e tenho pena de ela e outras viaturas terem de ficar paradas mas, no entanto, se me perguntarem o que é que eu acho do petróleo acabar, eu direi: CARAÇAS, JÁ NÃ
O ERA SEM TEMPO!!!
Aqui está uma hipótese alternativa que eu apresento aos veículos com motor de explosão.
E não é bom?
Que a caca esteja convosco!
E o ar puro também!
Alguém se lembra daquela coisa no «Codex 632» em que ele falava acerca da possibilidade do Cristóvão Colombo ser português, espião ao serviço de Dom João II e nem se chamar Cristóvão Colombo. Vamos lá ver uma coisa: quem é que se chamaria Colombo? Alguém que tivesse o seu nalguedo no meio das costas?
Outro bom exemplo é o da teoria segundo a qual aquele aumento do preço do petróleo há tempos ter sido uma jogada dos produtores para arrecadar mais uns tostões uma vez que, na realidade, o petróleo não existiria por mais umas quantas décadas, como se dizia, mas estava mesmo a acabar.
Hoje saiu a notícia de que os poços ultrapassaram a sua capacidade produtiva e que talvez não haja muito mais para tirar, pelo que daqui por uns 10 aninhos, mais coisa menos coisa, estará tudo mais enxuto que uma ribeira algarvia no Verão.
Então não é que o sacana do José Rodrigues dos Santos tinha mesmo razão?
Digo-vos, ainda há um mês comprei uma Casal, relíquia de motorizada, e tenho pena de ela e outras viaturas terem de ficar paradas mas, no entanto, se me perguntarem o que é que eu acho do petróleo acabar, eu direi: CARAÇAS, JÁ NÃ
O ERA SEM TEMPO!!!Aqui está uma hipótese alternativa que eu apresento aos veículos com motor de explosão.
E não é bom?
Que a caca esteja convosco!
E o ar puro também!
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Tarantinolândia: Harry Potter Com Uma Pedra Fenomenal
Estreou o sexto filme da saga de Harry Potter. Sim, aquele mocinho engraçado dos óculos redondos que se tornou num fedelho insuportável que sabe fazer uns truques e varrer bem o chão. Devo dizer que os livros são excelentes mas os filmes ficam um pouco aquém do que se desejava, em grande parte devido às limitações de tempo. Seja como for, há sempre uma pergunta que me ocorre: como seria a história se fosse do Quentin Tarantino? Eis uma hipótese.Harry Potter Com Uma Pedra Fenomenal
Era uma vez um fedelho caixa de óculos que vivia com os tios e um primo. Pareciam uma família normal mas eram traficantes de droga e usavam uma fábrica de parafusos como fachada. Certo dia apareceram montes de mochos com cartas a esvoaçar pelos ares. Ele pensou que talvez fosse uma brutal tripe resultante do pó que limpara de cima da mesa da cozinha mas eram mochos a sério. Foi então para uma escola de magia, um nome pomposo para um núcleo de ensino de gamanço e contrabando. Então não é? O que é que os gatunos e os traficantes fazem? As coisas não desaparecem num lado e aparecem no outro?
Cedo formou a sua quadrilha com Ron-Ron Mãozinhas, perito em palmar carteiras e traficar as pastilhas Izibalda de produção caseira, e Hermanias Grades, especialista em fazer todos os tipos de cortes e misturas, desde coca com farinha Amparo até às poções polissuco. De vez em quando, ainda lhe aparecia um “dread” anão de orelhas em bico, o “Cricri-a-Tura”, a chagar-lhe a mona. Logo, porém, começaram-se a dar mal com o Bando do Malfoca, um cabeça amarela pastilhado armado em carjaquinzista. Azar do camandro é que ele e os amigos eram filhos de mafiosos de topo, os chamados Embilhadores do Corte, liderados pelo terrível Lorde Valdonorte, pseudónimo fatela de Jo-No Bimbo da Choça.
Como irão eles vencer o bando dos Frutarin, o dos Malfoca e o dos Embilhadores do Corte no Campeonato de Queristo e no Torneio dos Quatro Trapaceiros e arrumar esta malta para a Prisão de Azarnacabana de modo a assim passar a controlar o tráfico de pastilhas elásticas com sabor a caril e chamuça (dão uma moca do cacete) na Escola de Vougamártos, Floresta Pervertida e arredores? É o que iremos descobrir no final desta produção épica gravada nas fantásticas casas de banho e bibliotecas amanhadas à pressa de um verdadeiro castelo escocês medieval construído em Albufeira na década de 70 ou 80 e entretanto demolido a contrastar com majestosas paisagens de betão e bifas mamalhudas semi-nuas.
Elenco de luxo, entre outros, com:
Harry Pote é… John Travolta com o cabelo preto
Ron-Ron é… John Travolta com o cabelo cor-de-laranja
Hermanias é… Umma Thurman
Draco Malfoca é… David Carradine
Lorde Valdonorte é… mesmo Bimbo da Choça
Os Demetêres são… D. J. Filócratx, B-Boy A. Nibalinho & os Deportados Para Lamentares
Dumbocomdores é… Samuel L. Jackson
Bons filmes e que a caca esteja convosco!
sexta-feira, 10 de julho de 2009
O Justiceiro Transformista

Que giro, vai estrear amanhã, dia 11, na T.V.I, “O Novo Justiceiro”, uma daquelas novas séries que nos levam a apoiar a ideia de que se vive uma crise de originalidade em que se copia e reformula o que de bom houve antigamente com uma pitada de exagero à mistura mas que, no entanto, não nos deixa de suscitar algum interesse e desejo de vê-la.
Tenho visto algumas apresentações da série e há algumas coisas que me metem espécie. Uma delas é aquela espectagmífica e fantabulástica capacidade de um carro se transformar numa carrinha ou qualquer outra coisa só de se lhe carregar num botanito. Já estou a ver a coisa… O filho/neto/bisneto (riscar o que não interessa) do Michael Knight chega à quinta de um amigo que tem o tractor avariado e ele vai daí e, dando um suave toque no tal botão, transforma o seu carrão numa vaca mertolenga logo apetrechada de arreios, balancim e charrua.
Ora bem, das duas uma: ou este carro é filho do cruzamento dum Ford com um transformer ou o seu novo condutor é uma “drag queen” e faz dupla com ele num espectáculo de transformismo.
Que a caca esteja convosco!
Tenho visto algumas apresentações da série e há algumas coisas que me metem espécie. Uma delas é aquela espectagmífica e fantabulástica capacidade de um carro se transformar numa carrinha ou qualquer outra coisa só de se lhe carregar num botanito. Já estou a ver a coisa… O filho/neto/bisneto (riscar o que não interessa) do Michael Knight chega à quinta de um amigo que tem o tractor avariado e ele vai daí e, dando um suave toque no tal botão, transforma o seu carrão numa vaca mertolenga logo apetrechada de arreios, balancim e charrua.
Ora bem, das duas uma: ou este carro é filho do cruzamento dum Ford com um transformer ou o seu novo condutor é uma “drag queen” e faz dupla com ele num espectáculo de transformismo.
Que a caca esteja convosco!
terça-feira, 7 de julho de 2009
T.G.V. a sério!

Ah, já fazia falta um programa assim, não é verdade? Que saudades tínhamos nós todos dos saudosos “Jogos Sem Fronteiras”. Passou-se aquela fase dos concursos de entertenimento puro e duro e agora, se queríamos ver alguma acção, era ver o Fernando Mendes com as suas alarvidades e as assistentes, especialmente estas…
Verão que era Verão tinha “Jogos Sem Fronteiras” mas como deixaram de haver, ficámos tristes, foi o fim de uma era. Ainda se falou num regresso há dois anos mas tudo ficou em águas de bacalhau. No entanto, se não vai Maomé à montanha, vai a montanha a Maomé. Prlim, magia! Assim surgiu o “T.G.V. – Todos Gostam do Verão”, muito dentro do espírito dos bons velhos jogos. Vi, adorei e aconselho o visionamento.
Agora que Portugal já tem T.G.V., esperemos que a maltasa do Governo se deixe de ideias esgroviadas.
Que a caca esteja convosco!
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AVISO IMPORTANTE: DADO O ELEVADO TEOR EM EXCREMENTOS CORROSIVOS, NÃO SE RECOMENDA A VISUALIZAÇÃO DESTE BLOG EM DOSES SUPERIORES ÀS ACONSELHADAS PELO SEU MÉDICO DE FAMÍLIA, PODENDO OCORRER DANOS CEREBRAIS E CULTURAIS PROFUNDOS E PERMANENTES, PELO QUE A MESMA SE DESACONSELHA VIVAMENTE EM ESPECIAL A IDOSOS ACIMA DOS 90 ANOS, POLÍTICOS SUSCEPTÍVEIS, FREIRAS ENCLAUSURADAS, INDIVÍDUOS COM FALTA DE SENTIDO DE HUMOR, GRÁVIDAS DE HEPTAGÉMEOS E TREINADORES DE FUTEBOL COM PENTEADO DE RISCO AO MEIO. ISTO PORQUE...
A CACA DE POMBO É CORROSIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A CACA DE POMBO É CORROSIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

